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Batalhão Ambiental prende homem transportando 52 unidades de pescado irregular

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O Batalhão de Polícia Militar de Proteção Ambiental (BPMPA) apreendeu 52 unidades do peixe piraputanga que estavam sendo transportadas irregularmente dentro de um caminhão-tanque, nesta quarta-feira (29), em Várzea Grande. Na ação, um homem, de 37 anos, foi preso em flagrante pela equipe policial.

Conforme o boletim de ocorrência, os policiais da unidade atenderam a uma denúncia, repassada pelo setor de inteligência, que informava sobre um caminhão-tanque que estaria transportando pescado irregular, saindo da região de Porto Jofre pela manhã em direção a Várzea Grande.

Em diligências, o veículo foi encontrado próximo ao Trevo do Lagarto, conduzido por um homem. Durante a busca veicular, a equipe localizou uma caixa térmica contendo duas bandas de pescado, aparentando ser da espécie pintado. Próximo à caixa térmica, também foi encontrado um saco plástico com uma rede de emalhar de cerca de 60 metros de comprimento.

Em continuidade à busca veicular, foi localizado, na cabine do caminhão, um saco plástico contendo 52 unidades de pescado da espécie piraputanga.

Ao ser questionado sobre a procedência e propriedade do pescado, o condutor afirmou ser o proprietário do material apreendido, alegando que o transportava para consumo próprio. Ele também disse às autoridades policiais que não possuía Carteira de Pescador.

Diante da situação, o homem foi enquadrado nas restrições previstas na Lei Estadual nº 12.197/2023, conhecida como Lei do Transporte Zero, que estabelece proibições relacionadas à captura, transporte e comercialização de pescado de piraputanga e outras 11 espécies no Estado de Mato Grosso.

O suspeito também recebeu voz de prisão e foi conduzido à Delegacia Especializada do Meio Ambiente da Polícia Judiciária Civil para registro da ocorrência e demais providências cabíveis.

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PC cumpre mandados contra detentos que tiveram novas prisões decretadas pela Justiça

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, entre os dias 8 e 12 de junho, a primeira fase da Operação Incarceratus de 2026, que resultou no cumprimento de 19 mandados de prisão preventiva contra investigados por diversos crimes. A ação reforça o trabalho de repressão qualificada e combate à atuação de criminosos no Estado.

A operação, realizada com base em levantamentos realizados pela Gerência Estadual de Polinter e Capturas (Gepol) ocorreu dentro da Penitenciária Central do Estado (PCE) e da Penitenciária Ahmenon Lemos Dantas, em Várzea Grande, resultando no cumprimento de mandados de prisão contra criminosos que já se encontram no sistema prisional.

Entre os alvos estão criminosos, que embora já sentenciados, possuem novas ordens de prisão decretadas por crimes graves como homicídio, infanticídio, roubo, associação criminosa, estupro de vulnerável, tráfico de drogas e estelionato.

A estratégia impede que detentos prestes a receber liberdade condicional ou progressão de regime retornem às ruas caso possuam pendências judiciais em outros processos. A delegada titular da Polinter, Sílvia Pauluzi de Siqueira, ressaltou que o levantamento minucioso das equipes permitiu identificar as ordens judiciais em aberto.

“Os policiais civis dedicaram por semanas com foco na identificação dos mandados contra criminosos que praticaram os mais variados delitos e que estão prestes a receber a liberdade condicional, mas que respondem a outros processos e tiveram novas prisões decretadas”, explicou a delegada.

Inteligência e Colaboração

O trabalho de investigação foi realizado em parceria com as Diretorias de Inteligência, Metropolitana e do Interior, reforçando a importância da atribuição estadual da Polinter no cumprimento dessas ordens judiciais, que visam o fortalecimento da segurança pública.

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