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Governo de MT adere a sistema nacional de inteligência para reforçar combate às facções criminosas

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O governador Otaviano Pivetta (Republicanos) assinou, nesta quinta-feira (7), o Acordo de Adesão que formaliza a entrada de Mato Grosso no Sistema Brasileiro de Inteligência (Sisbin). O ato, realizado no Palácio Paiaguás, em Cuiabá, marca a ampliação da cooperação entre o Estado e órgãos nacionais, garantindo maior agilidade no compartilhamento de dados sensíveis para o enfrentamento ao crime organizado.

Com a integração, as forças de segurança estaduais passam a operar em rede direta com a Agência Brasileira de Inteligência (ABIN). “O Estado passa a ter mais acesso a informações e mais agilidade na atuação contra as facções criminosas. Isso fortalece o trabalho das forças de segurança e melhora a proteção da população”, destacou Pivetta durante a solenidade.

Cooperação Multisetorial
Além do combate ao crime organizado, o acordo prevê a troca de inteligência em áreas estratégicas como segurança alimentar e monitoramento de mudanças climáticas. A adesão foi um pleito conjunto da Casa Civil e das secretarias de Segurança Pública (Sesp), Meio Ambiente (Sema) e Fazenda (Sefaz).A agenda contou com a presença do diretor-geral da ABIN, Luiz Fernando Corrêa, e da secretária de Estado de Segurança Pública, coronel PM Susane Tamanho, reforçando o alinhamento entre as esferas estadual e federal para blindar o território mato-grossense contra ações ilícitas.

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Cuiabá

Governador declara facções criminosas como organizações terroristas

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O governador Otaviano Pivetta enviou, nesta quinta-feira (22.10), projeto de lei à Assembleia Legislativa para declarar facções criminosas, que atuam em Mato Grosso, como organizações terroristas.

Conforme a proposta, as forças de segurança de Mato Grosso poderão estabelecer protocolos específicos para o combate às facções que atuam no Estado.

“Queremos que nossas forças de segurança tenham todos os mecanismos necessários para combater esses criminosos, que na verdade são terroristas. Em Mato Grosso, vamos combater duramente os crimes, com tolerância zero, e não vamos descansar enquanto nossos cidadãos de bem não estiverem seguros, porque nosso trabalho é para dar segurança à nossa população”, afirmou Pivetta.

Inicialmente, a proposta estabelece duas facções como terroristas, mas também estabelece que outras podem ser incluídas no contexto.

O documento reconhece que a atuação das facções não se limita ao território estadual e, por isso, reforça a necessidade de coordenação das forças de segurança em cooperação com agentes nacionais, internacionais e de outros Estados.

O projeto de lei passará por votação pelos deputados estaduais.

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