Mato Grosso

Podemos nacional cogita lançar Max para disputar o governo, que diz estar à “disposição”

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O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso e do Podemos no estado, Max Russi, revelou em entrevista à Jovem Pan que foi sondado pela presidente nacional do partido, Renata Abreu, para disputar o governo do estado em 2026. Pressionado pelo entrevistador, o deputado não fechou a porta à candidatura.

“A Renata, algumas vezes, inclusive, falou comigo dessa possibilidade”, admitiu. Russi, no entanto, condicionou qualquer decisão ao consenso do grupo político. “Se o grupo político entender que esse é o melhor caminho, estarei sempre preparado e à disposição”, disse.

O deputado afirmou que o projeto não pode ser individual. “Esse projeto não é um projeto do deputado Max Russi, tem que ser um projeto do grupo”, declarou. A sondagem ocorre em um momento de crescimento expressivo do partido no estado. Na janela partidária, o Podemos filiou três deputados estaduais, um deputado federal e 30 prefeitos. “Saímos muito grande dessa janela”, disse Russi, que projeta eleger seis deputados estaduais e ao menos um federal em outubro.

A eventual candidatura de Russi entraria em um cenário já disputado. Mato Grosso tem pelo menos cinco pré-candidatos ao Palácio Paiaguás: o governador em exercício Otaviano Pivetta (Republicanos), o senador Wellington Fagundes (PL), o senador Jayme Campos (União Brasil) e a médica Natasha Slhessarenko (PSD). Nas pesquisas, Fagundes lidera as intenções de voto.

O deputado, que atualmente preside a Assembleia Legislativa, disse preferir, por ora, seguir no cargo. “O meu projeto no momento é ser um bom presidente da Assembleia e tentar entregar os resultados que a população espera”, afirmou.

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Governador declara facções criminosas como organizações terroristas

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O governador Otaviano Pivetta enviou, nesta quinta-feira (22.10), projeto de lei à Assembleia Legislativa para declarar facções criminosas, que atuam em Mato Grosso, como organizações terroristas.

Conforme a proposta, as forças de segurança de Mato Grosso poderão estabelecer protocolos específicos para o combate às facções que atuam no Estado.

“Queremos que nossas forças de segurança tenham todos os mecanismos necessários para combater esses criminosos, que na verdade são terroristas. Em Mato Grosso, vamos combater duramente os crimes, com tolerância zero, e não vamos descansar enquanto nossos cidadãos de bem não estiverem seguros, porque nosso trabalho é para dar segurança à nossa população”, afirmou Pivetta.

Inicialmente, a proposta estabelece duas facções como terroristas, mas também estabelece que outras podem ser incluídas no contexto.

O documento reconhece que a atuação das facções não se limita ao território estadual e, por isso, reforça a necessidade de coordenação das forças de segurança em cooperação com agentes nacionais, internacionais e de outros Estados.

O projeto de lei passará por votação pelos deputados estaduais.

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