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“Vai responder pelos próprios atos”, diz Galvan após filho ser preso em abordagem na BR-163

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Conteúdo/ODOC – O produtor rural e pré-candidato ao Senado Antônio Galvan se pronunciou após a prisão do filho, Rafael Galvan, detido pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) durante abordagem na BR-163, em Sinop (500 km de Cuiabá), na noite de segunda-feira (18).

Em nota divulgada nesta terça-feira (19), Galvan afirmou que recebeu a informação “com tristeza” e declarou que o filho deverá responder judicialmente pelas próprias atitudes. “É maior de idade e terá que assumir as consequências de suas decisões como qualquer cidadão”, afirmou.

Rafael Galvan foi preso depois que policiais encontraram um revólver calibre .38 municiado dentro do veículo em que ele estava. Durante consulta aos sistemas, os agentes ainda identificaram um mandado de prisão expedido pela Justiça de Rondonópolis relacionado ao não pagamento de pensão alimentícia, cuja dívida se aproxima de R$ 95 mil.

Segundo a PRF, o próprio Rafael informou aos policiais que havia uma arma no automóvel. O revólver da marca Rossi estava acompanhado de cinco munições.

No posicionamento divulgado, Antônio Galvan afirmou que desconhecia a existência do mandado judicial e ressaltou que tanto a PRF quanto a Polícia Civil agiram dentro da legalidade durante a ocorrência.

O pré-candidato ao Senado ainda destacou que já defendeu anteriormente que erros individuais devem ser tratados de forma pessoal, independentemente de relação familiar. “Cada um precisa responder pelos seus atos”, reforçou.

Após a abordagem, Rafael Galvan foi levado para a Delegacia da Polícia Civil de Sinop, onde a prisão foi confirmada. O crime de porte ilegal de arma de fogo de uso permitido prevê pena de dois a quatro anos de prisão, além de multa.

Apesar de a infração permitir pagamento de fiança, o delegado optou por não conceder o benefício devido ao mandado de prisão civil já existente contra o investigado.

O caso segue sob investigação da Polícia Civil.

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Operação da PC derruba central de golpes virtuais em Várzea Grande e prende cinco criminosos

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A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta sexta-feira (15), a Operação Persona Sintética para cumprir ordens judiciais contra um grupo criminoso instalado em Várzea Grande e especializado em fraudes digitais em Mato Grosso.

Na operação, são cumpridas 15 ordens judiciais, sendo cinco mandados de prisão preventiva, cinco mandados de busca e apreensão e cinco de afastamento de sigilo telemático. Todos os mandados são cumpridos em Várzea Grande. 

As ordens judiciais foram deferidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo das Garantias – Polo Cuiabá, com base em investigações conduzidas pela Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI).

A investigação teve início no ano de 2023, após uma tentativa de estelionato eletrônico. Na ocasião, os criminosos utilizaram técnicas de engenharia social pelo aplicativo WhatsApp, empregando indevidamente a fotografia de familiares para solicitar valores via Pix. Não houve pagamento de valores, motivo pelo qual o crime foi classificado como tentado.

Inicialmente, a investigação obteve êxito em identificar um dos criminosos envolvidos no crime. Ele foi alvo de mandado de busca e apreensão em setembro de 2025. Na ocasião, foram apreendidos aparelhos telefônicos e documentos de identidade falsos em nome de diversos cidadãos de Mato Grosso, indicando que os criminosos operavam uma verdadeira central para a prática de fraudes digitais.

Com base nos elementos de informação obtidos na primeira fase e em outras diligências que se seguiram, a investigação identificou os demais integrantes do grupo criminoso e elucidou a participação de cada um na dinâmica das fraudes digitais.

Os investigados responderão pelos crimes de associação criminosa, falsificação de documento público e estelionato qualificado mediante fraude digital. Há investigados que responderão, ainda, pelo crime de tráfico de drogas.

As investigações seguem agora para a sua conclusão, fase em que serão realizados os interrogatórios dos investigados e analisados os objetos apreendidos nesta segunda fase.

Persona Sintética

O nome da operação foi escolhido em razão das dezenas de documentos falsos encontrados com os criminosos.

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