Cuiabá

Prefeitura reforça zeladoria urbana com operação em 13 quilômetros da Contorno Leste

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Cuiabá

A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Empresa Cuiabana de Zeladoria e Serviços Urbanos (Limpurb), realizou, na sexta-feira (22) e no sábado (23), uma megaoperação de limpeza ao longo da Avenida Contorno Leste, uma das importantes vias de ligação da capital. Aproximadamente 13 quilômetros da avenida foram contemplados com serviços intensificados de zeladoria urbana.

A ação contou com cerca de 350 colaboradores, que atuaram de forma contínua durante os dois dias de operação. Os trabalhos tiveram início às 7h e seguiram ao longo do dia, abrangendo toda a extensão da via, que conecta bairros da região Sul, como o São João Del Rey, até a região Norte da cidade, nas proximidades do bairro Doutor Fábio.

Entre os serviços executados estiveram roçagem, capinação, rastelamento, pintura de meio-fio, retirada de bolsões de lixo e manutenção geral dos espaços públicos. A operação também contou com apoio de maquinários pesados, como trator plataforma e tratores articulados, garantindo mais agilidade e eficiência na execução dos trabalhos.

Na semana passada, a força-tarefa foi realizada na Avenida Professora Edna Maria Albuquerque Affi, conhecida como Avenida das Torres, uma das principais vias de ligação de Cuiabá e de grande fluxo diário de veículos.

A iniciativa integrou o cronograma intensificado de zeladoria urbana desenvolvido pela gestão municipal, com foco na manutenção da cidade, melhoria da trafegabilidade e promoção de mais qualidade de vida para a população.

O diretor-geral da Limpurb, Felipe Wellaton, destacou a importância da ação para a conservação dos espaços públicos e o bem-estar da população.

“Realizamos um trabalho amplo e estratégico nas principais avenidas da capital, garantindo mais segurança, organização e qualidade de vida para quem utiliza essas vias diariamente. A determinação da gestão municipal foi manter Cuiabá limpa, bem cuidada e com serviços de zeladoria cada vez mais eficientes”, afirmou.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Fávaro pede remoção de reportagens e direito de resposta após ação movida por pesquisadora

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O senador Carlos Fávaro (PSD) informou, nesta segunda-feira (20), que ingressou com uma representação na Justiça Eleitoral para solicitar a retirada de reportagens que relacionam seu nome a uma ação de indenização proposta por uma pesquisadora em Cuiabá. Além da remoção das publicações, o parlamentar requer a concessão de direito de resposta nos mesmos veículos de comunicação.

Em nota, Fávaro afirma que as matérias fazem parte de uma campanha de desinformação com objetivo de prejudicar sua imagem durante o período eleitoral.

“O que assistimos nos últimos dias foi uma tentativa deliberada e orquestrada de associar o meu nome a uma denúncia com o nítido objetivo de gerar prejuízo político em pleno período eleitoral”, declarou.

Segundo a defesa do senador, o contrato para a realização da pesquisa foi firmado entre o Diretório Estadual do PSD de Mato Grosso e a empresa Rumo Serviços Publicitários Ltda., responsável pela execução do trabalho e pela contratação das equipes de campo. Os advogados sustentam que Fávaro não participou da contratação nem da gestão dos pesquisadores envolvidos.

Na representação, a defesa também questiona aspectos formais da ação de indenização apresentada pela pesquisadora, argumentando que documentos como a procuração e a declaração de hipossuficiência teriam sido protocolados sem assinatura.

Entenda o caso

A manifestação do senador ocorre após uma pesquisadora ajuizar uma ação na Justiça em que pede indenização de R$ 65,6 mil. No processo, ela afirma ter sido contratada para atuar em uma pesquisa de opinião pública com remuneração mensal de R$ 1,8 mil, mas alega que, posteriormente, o modelo de pagamento foi alterado para diárias de R$ 75 condicionadas ao cumprimento de metas.

A autora da ação também sustenta que passou a receber apenas pelas entrevistas consideradas válidas, sem que houvesse critérios claros para a aprovação dos questionários, e afirma ter realizado 499 entrevistas durante o período em que trabalhou.

Entre as alegações apresentadas à Justiça, a pesquisadora afirma ainda que os entrevistadores eram orientados, por meio de um grupo de WhatsApp, a enviar fotografias para comprovar a realização das entrevistas, situação que, segundo ela, os expunha a riscos durante o trabalho. Ela também relata que não havia fornecimento de água potável para a equipe durante a jornada.

O processo segue em tramitação. A juíza Ana Cristina Silva Mendes determinou o encaminhamento do caso ao Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc), onde as partes poderão buscar uma solução consensual antes do prosseguimento da ação.

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