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Foragido que matou rapaz que olhava sua esposa dançar em festa é preso 8 anos após crime

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A Polícia Civil prendeu, nesta segunda-feira (8), um homem, de 58 anos, que estava foragido da Justiça pela prática de um homicídio qualificado ocorrido em 2018, em Primavera do Leste.

O suspeito possuía mandado de prisão em aberto desde 2024 e foi localizado em Sinop, após trabalho integrado de investigação e inteligência policial.

A captura foi resultado de uma ação conjunta entre a Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Sinop, a Delegacia Municipal de Primavera do Leste e o Núcleo de Inteligência da unidade policial de Primavera do Leste, que realizaram o monitoramento e o levantamento de informações essenciais para a localização do foragido.

O crime

O homicídio ocorreu durante uma festa de aniversário, em Primavera do Leste, em 2018. Na ocasião, a vítima,  de 27 anos, foi atingida por um golpe de faca e morreu antes de receber atendimento médico.

Conforme as investigações realizadas à época, o crime teria sido motivado por ciúmes. Durante a confraternização, o suspeito teria se irritado ao perceber que a vítima observava sua esposa dançar no evento. Em seguida, armado com uma faca, o suspeito teria avançado contra a vítima e desferido o golpe fatal.

Após o crime, o suspeito fugiu e permaneceu foragido até ser localizado pela Polícia Civil nessa segunda-feira. Ele foi encaminhado para as providências legais cabíveis e ficará à disposição do Poder Judiciário.

“A integração entre unidades policiais e o emprego de técnicas de inteligência têm sido fundamentais para a localização de foragidos e para a efetivação de prisões relacionadas a crimes graves praticados no Estado”, afirmou o delegado Eric Martins.

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Juiz mantém prisão de pai que matou filha e PC apura possível violência sexual

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Conteúdo/ODOC – O juiz Juliano Hermont Hermes da Silva, da Vara Especializada de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher de Várzea Grande, determinou a conversão da prisão em flagrante de Claudinei da Silva, de 42 anos, em prisão preventiva. A decisão foi tomada durante audiência de custódia realizada nesta segunda-feira (8).

Claudinei é apontado como autor da morte da própria filha, Olga Beatriz Santos da Silva, de 12 anos, encontrada sem vida na tarde de domingo (7), em uma residência no bairro Serra Dourada, em Várzea Grande (a 8 km de Cuiabá).

As investigações conduzidas pela Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) apontam que a menina foi morta por asfixia. Conforme o delegado Nilson Farias, responsável pelo caso, a força empregada durante o ataque provocou o rompimento de vasos sanguíneos da vítima, causando sangramento intenso.

Segundo a apuração policial, pai e filha haviam participado de uma confraternização familiar horas antes do crime. O encontro ocorreu em um clube da cidade para celebrar o aniversário do avô da menina. Durante a festa, Claudinei teria consumido grande quantidade de bebida alcoólica.

Em depoimento à polícia, o suspeito relatou que, ao chegar em casa, pegou o celular da filha para verificar mensagens trocadas em uma rede social. De acordo com o delegado, Claudinei afirmou ter se irritado ao encontrar conversas da adolescente com um garoto.

“Ele disse que foi repreendê-la e acabou a enforcando. Durante essa ação, houve o rompimento dos vasos sanguíneos do nariz, provocando sangramento. Depois disso, ele deixou a residência”, explicou Nilson Farias durante entrevista coletiva.

Após o crime, Claudinei fugiu do local. Horas depois, entretanto, procurou espontaneamente a Delegacia Especializada de Defesa da Mulher de Várzea Grande, após orientação de um colega. Em seguida, foi encaminhado à DHPP, onde prestou depoimento e permaneceu detido.

A Polícia Civil informou que todas as circunstâncias do caso continuam sendo investigadas. Entre as linhas apuradas está a possibilidade de violência sexual contra a criança, hipótese que ainda depende da conclusão dos exames periciais e da coleta de outras provas.

Os investigadores também trabalham para esclarecer se a discussão envolvendo mensagens encontradas no celular da vítima foi o fator que desencadeou o crime.

O caso segue sob responsabilidade da DHPP.

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