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Mulheres são presas em apartamento por receptação de produtos roubados de casa de carnes

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Duas mulheres suspeitas de receptar produtos roubados de uma casa de carnes na capital foram presas em flagrante pela Polícia Civil, na quarta-feira (18), em ação realizada pelos policiais da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Cuiabá.

As mulheres, de 31 e 34 anos, foram flagradas em posse de parte dos produtos roubados, em um apartamento no bairro Lixeira em Cuiabá e foram autuadas em flagrante pelo crime de receptação.

As investigações iniciaram após o registro de um roubo praticado contra um funcionário de uma casa de carne, durante a entrega de produtos no bairro Doutor Fábio. Na ocasião, a vítima foi abordada por quatro criminosos armados, que utilizavam coletes com inscrições da Polícia Militar e balaclavas, sendo subtraída uma carga de carnes avaliada em aproximadamente R$ 2,8 mil, além de um aparelho celular.

Logo após tomar conhecimento dos fatos, equipes da Derf iniciaram diligências investigativas que levaram à identificação de um veículo Jeep Compass supostamente utilizado na ação criminosa. Durante as apurações, os policiais localizaram parte dos produtos roubados na residência de um dos suspeitos, incluindo peças de carne embaladas com etiquetas da empresa vítima.

Na continuidade das investigações, os policiais chegaram até um apartamento localizado no bairro Lixeira, onde foram encontradas uma peça de costela bovina ainda identificada com etiqueta de venda no valor de R$ 446,55 e um pacote de carvão, produtos reconhecidos como sendo oriundos do roubo investigado.

No local, estavam as duas mulheres que foram presas em flagrante pelo crime de receptação. Durante a abordagem, uma delas afirmou ter recebido os produtos de um terceiro, investigado por envolvimento direto no roubo, alegando que definiria posteriormente o valor a ser pago pelas mercadorias.

Diante das evidências, as suspeitas foram conduzidas à Derf, onde foram interrogadas e autuadas pela receptação dos produtos, que posteriormente serão restituídos à empresa vítima.

As investigações prosseguem para identificar e responsabilizar todos os envolvidos no roubo e na cadeia de receptação dos produtos subtraídos.

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Operação da PC derruba central de golpes virtuais em Várzea Grande e prende cinco criminosos

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A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta sexta-feira (15), a Operação Persona Sintética para cumprir ordens judiciais contra um grupo criminoso instalado em Várzea Grande e especializado em fraudes digitais em Mato Grosso.

Na operação, são cumpridas 15 ordens judiciais, sendo cinco mandados de prisão preventiva, cinco mandados de busca e apreensão e cinco de afastamento de sigilo telemático. Todos os mandados são cumpridos em Várzea Grande. 

As ordens judiciais foram deferidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo das Garantias – Polo Cuiabá, com base em investigações conduzidas pela Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI).

A investigação teve início no ano de 2023, após uma tentativa de estelionato eletrônico. Na ocasião, os criminosos utilizaram técnicas de engenharia social pelo aplicativo WhatsApp, empregando indevidamente a fotografia de familiares para solicitar valores via Pix. Não houve pagamento de valores, motivo pelo qual o crime foi classificado como tentado.

Inicialmente, a investigação obteve êxito em identificar um dos criminosos envolvidos no crime. Ele foi alvo de mandado de busca e apreensão em setembro de 2025. Na ocasião, foram apreendidos aparelhos telefônicos e documentos de identidade falsos em nome de diversos cidadãos de Mato Grosso, indicando que os criminosos operavam uma verdadeira central para a prática de fraudes digitais.

Com base nos elementos de informação obtidos na primeira fase e em outras diligências que se seguiram, a investigação identificou os demais integrantes do grupo criminoso e elucidou a participação de cada um na dinâmica das fraudes digitais.

Os investigados responderão pelos crimes de associação criminosa, falsificação de documento público e estelionato qualificado mediante fraude digital. Há investigados que responderão, ainda, pelo crime de tráfico de drogas.

As investigações seguem agora para a sua conclusão, fase em que serão realizados os interrogatórios dos investigados e analisados os objetos apreendidos nesta segunda fase.

Persona Sintética

O nome da operação foi escolhido em razão das dezenas de documentos falsos encontrados com os criminosos.

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