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Foragido por morte de menor é preso em Goiás um mês após operação em Mato Grosso

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Um jovem de 22 anos, procurado por homicídio qualificado cometido em São Félix do Araguaia, foi preso pela Polícia Civil de Mato Grosso, na tarde desta quinta-feira (16), no Estado de Goiás.

Com mandado de prisão temporária decretado pelo juízo da 2ª Vara da Comarca de São Félix do Araguaia, o foragido foi localizado na cidade de Aragarças (GO).

Durante as investigações, os policiais civis descobriram onde o suspeito estava residindo e se deslocaram até Aragarças para realizar a prisão.

Após o trabalho de monitoramento, a equipe avistou o momento em que o investigado chegou ao endereço e realizou a abordagem.

Com a confirmação da identidade do foragido, foi dado cumprimento ao mandado judicial. Em seguida, ele foi conduzido para as providências cabíveis e, posteriormente, colocado à disposição da Justiça.

A ação da Delegacia de Polícia de São Félix do Araguaia contou com o apoio do Núcleo de Inteligência da Delegacia Regional de Vila Rica, da Delegacia de Polícia de Alto Boa Vista e da Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos.

O crime

O suspeito foi identificado como um dos envolvidos na morte do adolescente Ruan Pablo Lima Ferreira, de 17 anos, que desapareceu em Espigão do Leste, distrito de São Félix do Araguaia, no dia 23 de maio de 2026.

Ele vinha sendo procurado desde a Operação Infância Roubada, deflagrada pela Polícia Civil no dia 23 de junho.

Conforme apurado pela Polícia Civil, as investigações apontaram que o crime contou com a participação de integrantes de uma facção criminosa ultraviolenta.

A vítima mantinha envolvimento com o tráfico e chegou a ter passagem por ato infracional análogo ao crime de tráfico de drogas.

No dia do desaparecimento, Ruan saiu de casa de bicicleta dizendo que encontraria a namorada e não foi mais visto. Até o momento, o corpo do adolescente não foi localizado. As investigações continuam para apurar a participação de outras pessoas, bem como para localizar o corpo da vítima.

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Operação da PC derruba central de golpes virtuais em Várzea Grande e prende cinco criminosos

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A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta sexta-feira (15), a Operação Persona Sintética para cumprir ordens judiciais contra um grupo criminoso instalado em Várzea Grande e especializado em fraudes digitais em Mato Grosso.

Na operação, são cumpridas 15 ordens judiciais, sendo cinco mandados de prisão preventiva, cinco mandados de busca e apreensão e cinco de afastamento de sigilo telemático. Todos os mandados são cumpridos em Várzea Grande. 

As ordens judiciais foram deferidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo das Garantias – Polo Cuiabá, com base em investigações conduzidas pela Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI).

A investigação teve início no ano de 2023, após uma tentativa de estelionato eletrônico. Na ocasião, os criminosos utilizaram técnicas de engenharia social pelo aplicativo WhatsApp, empregando indevidamente a fotografia de familiares para solicitar valores via Pix. Não houve pagamento de valores, motivo pelo qual o crime foi classificado como tentado.

Inicialmente, a investigação obteve êxito em identificar um dos criminosos envolvidos no crime. Ele foi alvo de mandado de busca e apreensão em setembro de 2025. Na ocasião, foram apreendidos aparelhos telefônicos e documentos de identidade falsos em nome de diversos cidadãos de Mato Grosso, indicando que os criminosos operavam uma verdadeira central para a prática de fraudes digitais.

Com base nos elementos de informação obtidos na primeira fase e em outras diligências que se seguiram, a investigação identificou os demais integrantes do grupo criminoso e elucidou a participação de cada um na dinâmica das fraudes digitais.

Os investigados responderão pelos crimes de associação criminosa, falsificação de documento público e estelionato qualificado mediante fraude digital. Há investigados que responderão, ainda, pelo crime de tráfico de drogas.

As investigações seguem agora para a sua conclusão, fase em que serão realizados os interrogatórios dos investigados e analisados os objetos apreendidos nesta segunda fase.

Persona Sintética

O nome da operação foi escolhido em razão das dezenas de documentos falsos encontrados com os criminosos.

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