Cultura
SP: Polícia recupera obras roubadas do pintor francês Matisse
Cultura
Oito obras do pintor francês Henri Matisse, roubadas em dezembro do ano passado, foram recuperadas nesta quinta-feira (13). Segundo a Polícia Civil de São Paulo, as gravuras da série Jazz estavam em um apartamento no centro de São Bernardo do Campo, na região metropolitana. Um homem que estava no imóvel foi preso por receptação.

As obras de arte estavam em exposição na Biblioteca Mário de Andrade e o roubo ocorreu em questão de minutos, em uma manhã de domingo, último dia da mostra. Os criminosos renderam uma vigilante e um casal que visitava o local, colocaram as obras numa sacola de lona e fugiram pela saída principal.
Além das gravuras recuperadas, foram levadas outras cinco peças, todas da série Menino de Engenho, do artista brasileiro Candido Portinari, que seguem desaparecidas.
A Secretaria da Segurança Pública de São Paulo informou que o roubo foi cometido por um grupo especializado que vem sendo desarticulado pelas autoridades.
Dois homens e uma mulher foram presos ainda em dezembro, após a análise de imagens de câmeras de segurança da região.
Em abril, uma operação da Polícia Federal no Rio de Janeiro prendeu outros dois integrantes da organização durante uma tentativa de roubo. Um deles é suspeito de ter planejado o roubo à Biblioteca Mário de Andrade.
A prisão levou à realização de buscas e apreensões em imóveis ligados ao grupo nas cidades de São Paulo, São Bernardo do Campo, Diadema e Rio de Janeiro.
As diligências ajudaram a reunir informações que auxiliaram a operação realizada nesta quinta-feira, resultando na recuperação das oito obras de Matisse.
Cultura
Ouro Negro: espetáculo em Recife celebra os 100 anos de Moacir Santos
Domingo (18) o palco do Teatro do Parque, em Recife, recebe um espetáculo que celebra o centenário do compositor, maestro, arranjador e multi-instrumentista pernambucano, Moacir Santos.

O musical “Canto e Encanto Pernambuco – Ouro Negro: 100 Anos de Moacir Santos” leva ao palco ritmos afro-brasileiros, influências do sertão e elementos do jazz que tornaram a obra do artista única. Além da música, o texto passeia por momentos marcantes de sua trajetória artística.
Autor do álbum clássico Coisas, lançado em 1965, e primeiro orquestrador negro da Rádio Nacional, Moacir deixou legado que inspirou outras referências da MPB como Baden Powell, João Donato, Sérgio Mendes, Paulinho da Viola e tantos outros.
Sua identidade musical ultrapassou fronteiras e conquistou reconhecimento internacional quando ele passou a morar nos Estados Unidos a partir de 1967. Por lá, lançou álbuns, continuou atuando como professor de música, fazendo parcerias com grandes nomes do jazz e da música instrumental; além de compor trilhas sonoras para filmes de Hollywood nas equipes de maestros como Henry Mancini.
A montagem do Musical, reunindo mais de 80 jovens e professores, é resultado do trabalho social de iniciação à música do Núcleo Musical Irmã Scheilla desenvolvido pela Fraternidade Espírita Peixotinho desde 2010.
A encenação será às 16h e os ingressos para o espetáculo estão disponíveis na plataforma Sympla.
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