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Festival de Gramado termina neste sábado com entrega dos troféus

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O maior evento do cinema brasileiro, o Festival de Gramado, termina neste sábado (22), na Serra Gaúcha com a entrega dos troféus aos vencedores. A programação finaliza com a entrega dos troféus aos vencedores.

As atividades do último dia começam às 10h, na Sala de Debates do Hotel Serra Azul, com um bate-papo com a equipe do longa “La Perra”. A coprodução internacional, que conta com direção de Dominga Sotomayor, foi apresentada na noite anterior e encerrando esta edição do evento.

Mais tarde, às 20h, começa a cerimônia oficial de premiação, com a entrega dos troféus Kikito, aos vencedores das mostras competitivas de Longas-Metragens Brasileiros e Longas-Metragens Documentais.

Ao todo, dez produções concorrem. Entre os longas de ficção, estão “Feito Pipa”, de Allan Deberton; o drama “Pele de Rinoceronte”, de Marcello Maia; o longa “Chorão – Só os Loucos Sabem”, de Hugo Prata e Felipe Novaes; “Leite em Pó”, de Carlos Segundo; “Justino – Nos Bastidores do Reino”, de José Eduardo Belmonte; e o drama “Nosso Segredo”, de Grace Passô.

Na categoria documentários, os quatro concorrentes são: “O Projeto”, de Sabrina Fidalgo e Yvan Rodic; “Empeleitada”, de Chico Ludermir, Micaele Xucuru e Sergio Borges; “Afrontosa”, de Coraci Ruiz e Julio Matos; e “Gonzaguinha, da Maior Liberdade”, de Susanna Lira.

A recepção para os convidados no tapete vermelho começa a partir das 19h.

 


Fonte: EBC Cultura

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Ouro Negro: espetáculo em Recife celebra os 100 anos de Moacir Santos

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Domingo (18) o palco do Teatro do Parque, em Recife, recebe um espetáculo que celebra o centenário do compositor, maestro, arranjador e multi-instrumentista pernambucano, Moacir Santos.

O musical “Canto e Encanto Pernambuco – Ouro Negro: 100 Anos de Moacir Santos” leva ao palco ritmos afro-brasileiros, influências do sertão e elementos do jazz que tornaram a obra do artista única. Além da música, o texto passeia por momentos marcantes de sua trajetória artística.

Autor do álbum clássico Coisas, lançado em 1965, e primeiro orquestrador negro da Rádio Nacional, Moacir deixou legado que inspirou outras referências da MPB como Baden Powell, João Donato, Sérgio Mendes, Paulinho da Viola e tantos outros.

Sua identidade musical ultrapassou fronteiras e conquistou reconhecimento internacional quando ele passou a morar nos Estados Unidos a partir de 1967. Por lá, lançou álbuns, continuou atuando como professor de música, fazendo parcerias com grandes nomes do jazz e da música instrumental; além de compor trilhas sonoras para filmes de Hollywood nas equipes de maestros como Henry Mancini.

 A montagem do Musical, reunindo mais de 80 jovens e professores, é resultado do trabalho social de iniciação à música do Núcleo Musical Irmã Scheilla desenvolvido pela Fraternidade Espírita Peixotinho desde 2010.

A encenação será às 16h e os ingressos para o espetáculo estão disponíveis na plataforma Sympla.


Fonte: EBC Cultura

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