Cultura

Festival de Cinema de Veneza começa hoje; Brasil disputa Leão de Ouro

Publicado em

Cultura

Começa nesta quarta-feira (2) o Festival de Cinema de Veneza, considerado o mais antigo do mundo. O evento, que segue até 12 de setembro, apresenta 90 novos filmes de 62 países. Entre eles, produções com participação brasileira.

O Brasil participa da 83ª edição do festival na disputa pelo Leão de Ouro, na mostra principal, com o longa Retorno a Buenos Aires, uma coprodução Brasil-Itália estrelada pela atriz brasileira Paula Cohen. Outra participação brasileira é Furies, coprodução Brasil-Líbano. Já na mostra paralela, o país concorre com London, dirigido pelos brasileiros Victor Di Marco e Márcio Picoli.

A ausência dos grandes estúdios de Hollywood não impediu a presença de estrelas do cinema em produções independentes.

A programação competitiva começa oficialmente nesta quarta-feira (2) com a exibição de Ink, filme sobre o magnata da mídia Rupert Murdoch, dirigido pelo vencedor do Oscar Danny Boyle.

As principais homenagens desta edição serão para o ator George Clooney e a atriz Ellen Burstyn, que receberão o Leão de Ouro pelo conjunto da carreira.

Entre os 21 filmes na disputa pelo prêmio principal, Veneza também apresenta novos trabalhos de atores como Javier Bardem, Penélope Cruz e Robert Pattinson, além de diretores como Hirokazu Koreeda, Werner Herzog e Nanni Moretti.

Em mais de oito décadas de história, o cinema brasileiro foi reconhecido diversas vezes em Veneza. O prêmio mais recente veio com Ainda Estou Aqui, vencedor do troféu de melhor roteiro em 2024.


Fonte: EBC Cultura

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Cultura

Ouro Negro: espetáculo em Recife celebra os 100 anos de Moacir Santos

Publicados

em

Domingo (18) o palco do Teatro do Parque, em Recife, recebe um espetáculo que celebra o centenário do compositor, maestro, arranjador e multi-instrumentista pernambucano, Moacir Santos.

O musical “Canto e Encanto Pernambuco – Ouro Negro: 100 Anos de Moacir Santos” leva ao palco ritmos afro-brasileiros, influências do sertão e elementos do jazz que tornaram a obra do artista única. Além da música, o texto passeia por momentos marcantes de sua trajetória artística.

Autor do álbum clássico Coisas, lançado em 1965, e primeiro orquestrador negro da Rádio Nacional, Moacir deixou legado que inspirou outras referências da MPB como Baden Powell, João Donato, Sérgio Mendes, Paulinho da Viola e tantos outros.

Sua identidade musical ultrapassou fronteiras e conquistou reconhecimento internacional quando ele passou a morar nos Estados Unidos a partir de 1967. Por lá, lançou álbuns, continuou atuando como professor de música, fazendo parcerias com grandes nomes do jazz e da música instrumental; além de compor trilhas sonoras para filmes de Hollywood nas equipes de maestros como Henry Mancini.

 A montagem do Musical, reunindo mais de 80 jovens e professores, é resultado do trabalho social de iniciação à música do Núcleo Musical Irmã Scheilla desenvolvido pela Fraternidade Espírita Peixotinho desde 2010.

A encenação será às 16h e os ingressos para o espetáculo estão disponíveis na plataforma Sympla.


Fonte: EBC Cultura

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTES

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA