Mato Grosso

Pivetta chega a 42,4% e abre 12,8 pontos sobre Wellington

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Mato Grosso

*PARANÁ PESQUISAS*

Governador também registra 49,1% em confronto direto com senador; aprovação da gestão alcança 71,7%

O governador Otaviano Pivetta (Republicanos) aparece com 42,4% das intenções de voto no principal cenário estimulado para o Governo de Mato Grosso, segundo nova rodada do Instituto Paraná Pesquisas divulgada nesta sexta-feira (18). Wellington Fagundes (PL) registra 29,6%, uma diferença numérica de 12,8 pontos percentuais entre os dois.

Na sequência, Doutora Natasha (PSD) aparece com 13,5%. Sargento Laudicério (Agir) registra 0,8%, enquanto Mauricio Coelho e Rafaell Milas têm 0,4% cada. Outros 7,1% disseram que votariam em nenhum, branco ou nulo, e 5,8% não souberam ou não opinaram.

Na comparação com as duas rodadas anteriores do instituto, Pivetta passou de 39% em agosto para 40,8% no levantamento realizado no início de setembro e, agora, alcança 42,4%. Wellington, no mesmo período, foi de 35% para 30% e depois para 29,6%. Natasha avançou de 8,7% para 12% e chegou a 13,5%.

Com isso, a diferença numérica entre Pivetta e Wellington, que era de quatro pontos percentuais em agosto, passou para 10,8 pontos no início de setembro e chegou a 12,8 pontos na nova pesquisa. Os três levantamentos, contudo, são pesquisas independentes e sujeitos às respectivas margens de erro.

*Segundo turno*

No cenário estimulado de confronto direto entre Pivetta e Wellington, o governador registra 49,1%, enquanto o senador aparece com 37,4%. Branco, nulo ou nenhum somam 7,7%, e 5,8% não souberam ou não opinaram.

A série apresentada pelo Paraná Pesquisas mostra mudança numérica nesse cenário desde dezembro de 2025. Naquele levantamento, Wellington tinha 48,6% e Pivetta, 32,8%. Em agosto deste ano, Pivetta passou a 44,3%, contra 40,8% de Wellington. No início de setembro, os índices foram de 47,2% e 38,3%, respectivamente. Agora, Pivetta registra 49,1% e Wellington, 37,4%.

Na pesquisa espontânea, quando os entrevistadores não apresentam os nomes dos candidatos, Pivetta é citado por 27% dos eleitores. Wellington aparece com 14% e Natasha, com 5,9%. Outros 47,6% não souberam ou não opinaram e 4,7% responderam ninguém, branco ou nulo.

*Rejeição*

No levantamento de rejeição, em que cada entrevistado poderia indicar mais de um candidato, Wellington registra 26,8%, Natasha aparece com 23,3% e Pivetta tem 19,6%. Sargento Laudicério soma 14,2%, Mauricio Coelho, 9,6%, e Rafaell Milas, 9,5%.

Em relação à rodada anterior de setembro, Wellington passou de 25,7% para 26,8%; Natasha foi de 24,2% para 23,3%; e Pivetta variou de 19,3% para 19,6%.

A nova rodada do Paraná Pesquisas ouviu 1.352 eleitores em 50 municípios de Mato Grosso, por meio de entrevistas presenciais realizadas entre os dias 15 e 17 de setembro. A margem de erro é de aproximadamente 2,7 pontos percentuais, com grau de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número MT-09335/2026.   Paraná pesquisa

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“Eu sou a candidata”, diz Janaina ao defender protagonismo

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A candidata ao Senado Janaina Riva (MDB) reagiu aos questionamentos sobre a escolha do empresário Danilo Trento para a primeira suplência e afirmou que as críticas acabam deslocando o foco de sua própria candidatura. “Eles têm que permitir que uma mulher seja protagonista, pelo menos quando ela é candidata. Toda vez querem me associar a alguém: ao meu pai ou ao suplente. Eu sou a candidata e vou ser a senadora de Mato Grosso”, declarou.

Trento passou a integrar a chapa após nova reformulação nas suplências. O empresário foi indiciado pela CPI da Pandemia, em 2021, e posteriormente investigado pela Polícia Federal no caso dos descontos indevidos em benefícios do INSS.

Janaina já havia afirmado que a indicação resultou de uma composição interna do MDB e não exclusivamente de uma escolha pessoal. Ao ser questionada agora sobre eventual desgaste causado pelo novo suplente, voltou a sustentar que sua trajetória deve ser analisada separadamente. “Eu sou criticada por tudo. Toda vez que faço qualquer coisa, sou criticada pelos meus adversários”, disse.

A candidata também declarou considerar sua candidatura “sólida” e citou seu desempenho em pesquisas eleitorais como argumento para afirmar que a campanha estaria ganhando força. Trata-se da avaliação da própria candidata sobre o cenário eleitoral, que pode variar conforme o instituto, a data e a metodologia de cada levantamento.

Além de Trento na primeira suplência, a nova composição tem Rafael Yamada Torres como segundo suplente. Os dois substituíram Aluizo Lima e Ibrahim Zaher.

A escolha de Trento tornou-se um dos pontos explorados por adversários e até recebeu críticas de aliados da chapa. Janaina, porém, tenta deslocar a discussão para sua própria trajetória: “Cada pessoa responde por seus próprios atos. Eu respondo pela minha trajetória, pelas minhas propostas e pelo mandato que pretendo exercer.”

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