Polícia

Facção criminosa é alvo de operação da PC após homicídio e série de torturas e ‘salves’

Publicado em

Polícia

A Polícia Civil deflagrou, nesta sexta-feira (18), a Operação Autoridade, voltada ao enfrentamento de integrantes de uma facção criminosa investigados por crimes violentos em Guarantã do Norte e Marcelândia.

Ao todo, estão sendo cumpridas 14 ordens judiciais, entre elas seis mandados de busca e apreensão e seis mandados de prisão preventiva, além de outras medidas cautelares deferidas no curso das investigações.

A operação, realizada pela Delegacia de Guarantã do Norte, é resultado de dois inquéritos policiais distintos. Em Marcelândia, os alvos são investigados por envolvimento em um homicídio, sendo que dois suspeitos já foram presos e outros quatro são alvos de buscas.

Em Guarantã do Norte, as investigações apuram torturas e agressões conhecidas como “salves”, praticadas no contexto de facção criminosa entre 2025 e 2026. Pelo menos quatro vítimas já foram identificadas.

Em um dos locais alvos da operação, uma pessoa foi encontrada com diversas marcas de lesões corporais (possivelmente mais uma vítima), que passará por exame de corpo de delito e oitiva.

Participaram os policiais da Regional de Guarantã do Norte, Matupá, Peixoto, Marcelândia, Guarantã do Norte e outras unidades.

Operação Autoridade

O nome da operação, Autoridade, reforça que nenhuma organização criminosa pode impor punições, intimidações ou exercer poder paralelo sobre a população.

O delegado Mauro Apoitia, coordenador da operação, frisou que toda tentativa de impor medo à população será investigada com rigor, e seus responsáveis serão identificados e submetidos à Justiça.

Informações repassadas pela população têm sido fundamentais para o avanço das investigações. Denúncias podem ser realizadas pelo número 197. O sigilo é preservado e a informação pode ser decisiva para identificar criminosos e evitar novos delitos.

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Polícia

Polícia pede prisão preventiva de homem que matou a esposa e o filho de 4 meses a facadas

Publicados

em

A Polícia Civil representou, ainda nesta quinta-feira (17), pela prisão preventiva do homem, de 29 anos, suspeito de matar a esposa, Taymilla Reis da Silva, de 23 anos, e o filho do casal, de apenas 4 meses, em São Félix do Araguaia.

Taymilla e o filho foram mortos a facadas. Quando a polícia chegou ao local, encontrou as vítimas na entrada da fazenda, às margens de uma estrada vicinal, já sem vida.

O suspeito foi localizado e preso logo após o crime, dormindo, em uma das casas da propriedade rural em que o casal estava morando, em uma ação conjunta entre as Polícias Civil e Militar.

Após a prisão, ele foi encaminhado para a Delegacia de São Félix do Araguaia, onde foi ouvido pelo delegado Daniel Antônio de Moura. Em interrogatório, ele alegou que havia sido agredido com pauladas pela esposa e, por isso, reagiu a esfaqueando.

Porém, segundo o delegado, essa afirmação não se sustenta, visto que a vítima havia ligado para a mãe por volta das 7 horas dizendo que o marido iria matá-la e pedindo para a buscarem, o que indica que ele não agiu em reação a uma agressão.

O irmão de Taymilla foi até a propriedade rural buscá-la, mas encontrou o cunhado esfaqueando sua irmã. Neste momento, o bebê ainda estava com vida e chorando, mas o suspeito ameaçou também matá-lo. O irmão ficou em choque e reagiu saindo do local para pedir ajuda. Quando a polícia chegou, as vítimas já estavam sem vida.

O delegado representou pela conversão da prisão em flagrante em preventiva, ficando o suspeito à disposição da Justiça.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTES

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA