Cultura

João Pessoa sedia primeira Mostra Paraibana de Cinema de Guerrilha

Publicado em

Cultura

O cinema independente e de baixo orçamento feito por realizadores paraibanos será celebrado neste fim de semana. Na sexta (9) e no sábado (10), o Cine Aruanda, localizado no Campus da Universidade Federal da Paraíba, em João Pessoa, sedia a primeira Mostra Paraibana de Cinema de Guerrilha.

Programação

A abertura, na sexta-feira, será às 18h. Neste primeiro dia, serão exibidos sete curtas-metragens, divididos em dois blocos. Após a exibição de cada bloco de filmes, haverá bate papo com os realizadores. A primeira noite da mostra será encerrada com a mesa redonda “Como pensar o Cinema de Guerrilha para além da produção de baixo orçamento”.

No sábado, a programação começa mais cedo, às 15h. Serão exibidos outros 15 filmes, entre ficções e documentários, além de pelo menos três momentos de interação com os realizadores.

Entre os destaques da programação está “Usina Cambahyba: Das Cinzas da Tortura à Terra”, de Marcelo Fonseca, que se debruça sobre denúncias do uso de fornalhas de usinas para a incineração de corpos durante a ditadura militar, principalmente de vítimas ligada ao movimento de trabalhadores rurais e integrantes das ligas camponesas no estado.

Também investigando um fato no período da ditadura, o documentário “Praça de Guerra”, do cineasta Ed Júnior, aborda a história de um grupo de jovens de Catolé do Rocha, no Sertão da Paraíba, que nos anos 1960 decidiu criar um foco de guerrilha para enfrentar o coronelismo da região e o regime militar.

A programação completa está disponível na página oficial @mostracinemadeguerrilha.




Fonte: EBC Cultura

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Cultura

Canadense Anne Carson vence Nobel de Literatura

Publicados

em

A Academia Sueca anunciou, nesta quinta-feira (8), o nome da vencedora do Prêmio Nobel de Literatura 2026. O prêmio foi para a escritora canadense Anne Carson, pela “obra ousada e inventiva”, em diálogo com a tradição e que “criou novas formas para a literatura”.

A obra mais popular de Anne Carson, considerada sua obra-prima, se chama Autobiografia do Vermelho: Um romance em versos, uma reinvenção de um mito grego, uma história de amor na América do Norte, misturando poesia, narrativa e ensaio.

Carson é a segunda escritora canadense que leva o Nobel de Literatura. Ela nasceu em Toronto, em 1950, e também é tradutora do grego e deu aula em diversas universidades.

De acordo com o presidente do Comitê do Nobel, a escritora desafia convenções e regras, e é um expoente da literatura mundial desde a década de 1990.

Em 2010, por exemplo, no livro Nox, ela concebeu uma obra tanto plástica quanto literária: um epitáfio para o falecido irmão, e que foi impresso em uma única longa folha, dobrada em estilo sanfona, na forma de uma caixa, com fotografias, cartas, desenhos, anotações, em meio aos textos.

Entre as publicações mais recentes, a escritora canadense explora cadernos independentes que podem ser lidos em qualquer ordem, e explora a mistura de texto escrito, com teatro e performance.

Como tradutora, Anne Carson recriou a obra de diversos poetas e dramaturgos gregos antigos. Como ensaísta, ela aproxima escritores modernos e clássicos.

A cerimônia de entrega da medalha e do prêmio de cerca de R$ 6 milhões será no dia 10 de dezembro, em Estocolmo, na Suécia.

 


Fonte: EBC Cultura

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTES

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA