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Jovem foi morto por suspeita de ser informante da polícia e recebeu 16 tiros e 15 facadas

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A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta quarta-feira (14), a Operação Silenciar, para cumprimento de ordens judiciais decretadas contra investigados pelo homicídio de Gabriel Martins Pereira, de 25 anos, ocorrido em novembro de 2024, no bairro Recanto da Siriema, em Cuiabá. Ele foi torturado e executado com 16 tiros e 15 facadas.

Na operação são cumpridos quatro mandados de prisão expedidos pela 12ª Vara Criminal de Cuiabá dentro da conclusão do inquérito policial instaurado pela Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

As investigações contaram com apoio de perícias, análise de imagens, monitoramento eletrônico e inteligência policial, resultando no indiciamento de quatro autores, com condutas individualmente comprovadas.

Entre os investigados está o advogado Ênio Martimiano da Cunha Júnior,  apontado como coautor do crime e suspeito de prestar suporte jurídico a uma facção criminosa há anos. A prisão foi acompanhada por representantes da Ordem dos Advogados do Brasil em Mato Grosso (OAB-MT).

O crime contra ocorreu na madrugada de 8 de novembro de 2024, no bairro Siriema, na Capital. Na ocasião, a vítima foi torturada e depois  executada de forma cruel, com dezesseis disparos de arma de fogo e quinze golpes de faca.

Segundo as investigações, o crime teria sido motivado por vingança. Integrantes de uma facção criminosa acreditavam que a vítima havia repassado informações às forças de segurança, o que levou a Polícia Militar a apreender uma quantidade significativa de drogas.

Diante dos elementos apurados, foi representado pela prisão preventiva dos quatro suspeitos, que foram deferidos pela Justiça. Entre os presos, estão o advogado apontando como colaborador da facção e outros dois integrantes do grupo que tiveram mandados cumpridos na Penitenciária Central do Estado, onde já se encontram presos por outros crimes. 

Um quarto envolvido, apontado como “disciplina” da facção, na época dos fatos, ainda está foragido. As diligências seguem em andamento para a sua localização.

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PC mira quadrilha por tráfico e uso de empresa para lavagem de dinheiro e prende três investigados

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A Polícia Civil de Mato Grosso, em apoio à Polícia Civil do Piauí, cumpriu ordens judiciais, na manhã desta sexta-feira (16), na Operação Cactus, deflagrada contra um grupo criminoso envolvido com tráfico de drogas e lavagem de dinheiro. 

Na operação, foram cumpridas prisões temporárias por 30 dias para 11 investigados, buscas e apreensões e a suspensão das atividades de empresas citadas no procedimento. Também foi autorizado o bloqueio de valores em contas e bens de investigados e empresas apontadas como suspeitas de ligação com o esquema. 

Em Mato Grosso, 11 ordens judiciais foram cumpridas pela equipe da Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc), sendo três mandados de prisão e oito de busca e apreensão, além da interdição de uma garagem de veículos. 

As investigações, conduzidas pelo Departamento Estadual de Repressão ao Narcotráfico (Denarc), da Polícia Civil do Piauí, tiveram como alvo um homem apontado como um dos líderes de uma facção criminosa que atua no estado e suspeito de desempenhar papel central na movimentação financeira do grupo.

A apuração identificou movimentações financeiras consideradas incompatíveis com os rendimentos declarados, além de indícios de possível ocultação de patrimônio e lavagem de dinheiro. 

Entre os valores estabelecidos para os bloqueios estão até R$ 487 mil em bens do principal investigado e R$ 625 mil em bens da sua esposa. As medidas têm como objetivo atingir a estrutura econômica investigada e impedir que recursos supostamente provenientes de atividades criminosas continuem sendo movimentados ou ocultados.

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