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Guarda Municipal flagra menores furtando trailer de açaí na madrugada em VG

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A Guarda Municipal de Várzea Grande flagrou três menores praticando furto em um quiosque de açaí localizado na Praça Aquidaban, na região central, na madrugada de sábado (17).

A ocorrência foi registrada por volta das 0h40, após a equipe ser acionada pelo Centro de Inteligência Municipal de Segurança (CIMS), pelo telefone 153. O chamado foi realizado pelo proprietário do estabelecimento, que recebeu informações de comerciantes sobre a presença de pessoas nas proximidades do quiosque durante a madrugada.

Diante da denúncia, a equipe da Guarda Municipal deslocou-se rapidamente até o local e encontrou os três menores já no interior do trailer que estava arrombado, os menores estavam retirando produtos e outros materiais do estabelecimento. Durante a abordagem, os GMs também constataram que havia açaí servido em copos e que os envolvidos já estavam consumindo o produto comercializado no local.

A equipe realizou a abordagem e os procedimentos necessários, conduzindo os envolvidos à Central de Flagrantes, onde foram apresentados à autoridade competente para as providências cabíveis.

A Guarda Municipal de Várzea Grande reforça que vem ampliando a atenção à segurança dos comerciantes, lojistas e frequentadores da região central, com ações preventivas e iniciativas voltadas ao fortalecimento do monitoramento.

Entre as medidas está a instalação de câmeras de vigilância, em parceria com o programa Vigia Mais MT e empresas parceiras de tecnologia, buscando ampliar a capacidade de monitoramento e contribuir para a prevenção de crimes.

A Guarda Municipal orienta que situações suspeitas sejam comunicadas imediatamente por meio do telefone 153, para que as equipes possam verificar as ocorrências e adotar as medidas necessárias.

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Imóveis e chácara em VG e Chapada são alvos de operação contra finanças de facção criminosa

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta segunda-feira (19), a Operação Ad Rem, para cumprimento de ordens judiciais com foco na descapitalização de uma facção criminosa e no sequestro judicial de patrimônio relacionado às atividades ilícitas. 

Na operação, são cumpridos seis mandados de busca e apreensão, sequestro de cinco imóveis e uma prisão preventiva, medidas decretadas pela Justiça, com base em investigações conduzidas pela Gerência de Combate ao Crime Organizado e Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (GCCO/Draco). 

Desdobramento da Operação Ruptura CPX, deflagrada em março deste ano, a fase patrimonial alcança quatro imóveis em Várzea Grande e uma chácara na região do Rio dos Peixes, entre Cuiabá e Chapada dos Guimarães. 

As investigações identificaram indícios de utilização de familiares e terceiros para ocultação patrimonial, incluindo imóveis explorados comercialmente e uma propriedade rural negociada por aproximadamente R$ 180 mil, com pagamento de R$ 100 mil em espécie.

A operação também envolve a nova decretação da prisão preventiva de um investigado apontado como gerente do tráfico e responsável pela arrecadação e administração financeira da facção. Preso na Operação Ruptura CPX, ele obteve posteriormente a revogação da prisão preventiva, quando sua defesa sustentou que seria apenas um “laranja”, utilizado por terceiros para movimentações financeiras.

Com o avanço das investigações, surgiram indícios de que ele também atuava no controle de estoques, na distribuição de entorpecentes, na gestão de pontos de tráfico e no controle financeiro de outros integrantes. A análise identificou ainda cerca de R$ 661 mil em movimentações financeiras relacionadas às atividades investigadas em um dos períodos examinados.

Segundo o delegado responsável pelas investigações, Anteno Junior Pimentel Marcondes, a Operação Ad Rem reforça a estratégia da Polícia Civil de atingir as estruturas financeiras e patrimoniais das facções criminosas. “As novas medidas judiciais buscam impedir que recursos provenientes de atividades ilícitas sejam preservados ou reinvestidos no crime organizado”, explicou o delegado.

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