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Enciumado, homem é preso após agredir esposa e esfaquear ‘amigo’ durante bebedeira

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Policiais militares do 4º Comando Regional prenderam um homem, de 57 anos, suspeito por ameaça, violência doméstica e tentativa de homicídio, neste domingo (18), no município de Rondonópolis (220 km de Cuiabá). Um homem, de 41 anos, foi esfaqueado, após desentendimento com o denunciado, que também teria agredido a própria esposa, de 52 anos. 

As equipes do 5º Batalhão da PM foram acionadas via 190 para atender a ocorrência, por volta das 16h30. No local, os militares encontraram o suspeito já contido por populares e a vítima com ferimentos no pescoço e no braço.

Conforme o relato da esposa do acusado, ela convivia com o suspeito havia cerca de seis meses e sofria humilhações e agressões constantes. Na ocasião, os três estavam consumindo bebidas alcoólicas quando a vítima esfaqueada demonstrou interesse por ela. Diante da situação, o suspeito teria a agredido com tapas no rosto e puxões de cabelo.

Em seguida, ele pegou uma faca e ameaçou cortar o pescoço da mulher. Ao tentar intervir, o amigo do casal foi atingido por vários golpes, inclusive no pescoço. O homem saiu do apartamento, mas foi perseguido pelo suspeito, que tentou atacá-lo novamente na área externa do prédio, onde acabou contido e desarmado por populares.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) encaminhou a vítima à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do município. A faca utilizada no crime foi apreendida pelas equipes militares e o suspeito foi conduzido à delegacia para registro do boletim de ocorrência. 

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Polícia abre investigação para apurar morte de jovem em Cuiabá; necropsia não aponta causa

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Conteúdo/ODOC – A Polícia Civil de Mato Grosso abriu uma investigação para apurar as circunstâncias da morte da jovem Lourdes Maria de Lima Pessoa Padilha, de 24 anos, que morreu durante a realização de cirurgias plásticas no Hospital Geral e Maternidade, em Cuiabá, na última sexta-feira (16). A apuração busca esclarecer a causa da morte e verificar se houve falhas no atendimento médico e hospitalar.

A necropsia realizada no corpo da jovem pela Diretoria Metropolitana de Medicina Legal (DMML), da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), apontou preliminarmente causa da morte indeterminada.

O caso está sob responsabilidade da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) e foi registrado como morte a esclarecer.

Segundo o delegado Michael Mendes Paes, uma equipe da DHPP foi acionada para realizar os procedimentos de liberação do corpo no hospital. Em seguida, foi solicitado o exame de necropsia, realizado por uma médica legista da Politec.

A investigação aguarda agora a conclusão dos laudos periciais, que deverão ajudar a esclarecer as circunstâncias da morte e apontar a eventual existência de falhas na prestação do atendimento médico e hospitalar.

O Conselho Regional de Medicina de Mato Grosso (CRM-MT) também informou que instaurará uma sindicância para apurar as circunstâncias do atendimento e da morte da paciente.

Segundo o conselho, o procedimento tramitará sob sigilo e não representa uma condenação prévia do profissional envolvido.

A morte

Lourdes realizava procedimentos de lipoaspiração e colocação de próteses mamárias quando sofreu uma parada cardiorrespiratória durante a cirurgia.

A equipe médica realizou manobras de reanimação por cerca de duas horas, mas a jovem não resistiu.

Após a comunicação da morte, houve um episódio de tensão dentro do hospital, e a Polícia Militar precisou ser acionada. Segundo a defesa do médico responsável, ele teria sido agredido e ameaçado de morte por familiares da paciente.

Mãe de duas crianças, Lourdes foi sepultada na tarde de domingo (18).

Versão do médico

Por meio de sua assessoria jurídica, o médico Euller Gustavo Preza, responsável pelos procedimentos, lamentou a morte da paciente e afirmou que a cirurgia foi realizada em ambiente hospitalar adequado, por profissionais habilitados e após as avaliações pré-operatórias exigidas.

Segundo a defesa, a equipe identificou uma intercorrência súbita durante a cirurgia, interrompeu imediatamente o procedimento e iniciou as manobras de reanimação, que se estenderam por aproximadamente duas horas.

“Tudo indica tratar-se de uma complicação súbita, descrita na literatura médica. A causa, contudo, será esclarecida pelos órgãos oficiais competentes”, afirmou a defesa, em nota.

O comunicado também destacou que o médico possui mais de 25 anos de atuação profissional e está regularmente inscrito no Conselho Regional de Medicina.

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