Polícia
Mulher é presa em flagrante após agredir filha de 11 anos durante discussão
Polícia
A Polícia Civil prendeu em flagrante, nesta quinta-feira (22), uma mulher de 28 anos suspeita de agredir a própria filha, de 11 anos, durante uma discussão doméstica em Paranatinga.
A vítima foi à delegacia acompanhada da avó materna, que confirmou as agressões.
Em depoimento ao delegado do caso, a menina relatou que a mãe a atacou no pescoço. A equipe policial constatou marcas e escoriações na região mencionada pela menor.
Diante dos fatos, foi determinada a prisão em flagrante pelo crime de lesão corporal praticado no contexto de violência doméstica e familiar contra a criança.
Após a denúncia, a mãe se apresentou na Delegacia de Polícia de Paranatinga. Como a denúncia já estava em andamento, ela foi detida e autuada em flagrante delito pelo crime.
Com a finalização do auto de prisão em flagrante, a suspeita foi encaminhada para a audiência de custódia e permanece à disposição do Poder Judiciário.
Polícia
Penas de condenados por homicídio dentro de unidade prisional em MT somam 83 anos
Três integrantes de uma organização criminosa foram condenados pelo Tribunal do Júri de Sinop (a 500 km de Cuiabá) pelo homicídio de um detento ocorrido no interior de uma unidade prisional do município. O julgamento foi realizado na quarta-feira (21) e resultou em penas que, somadas, ultrapassam 83 anos de reclusão. A acusação em plenário foi conduzida pelo promotor de Justiça Herbert Dias Ferreira.
Ao acolher a tese apresentada pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT), o Conselho de Sentença reconheceu a materialidade e a autoria dos crimes. Os réus foram condenados por homicídio duplamente qualificado, cometido por motivo torpe e mediante recurso que dificultou a defesa da vítima, além do crime de organização criminosa.
A sentença estabeleceu regime inicial fechado para o cumprimento das penas e determinou a execução imediata das condenações, sem o direito de recorrer em liberdade. Wesley do Amor Divino da Silva foi condenado a 30 anos e oito meses de reclusão. Emerson Diego Pestana da Silva recebeu pena de 26 anos e 10 meses de prisão, enquanto Israel de Andrade foi sentenciado a 26 anos, um mês e 15 dias de reclusão. Os três também foram condenados ao pagamento de multa.
Durante o julgamento, o Ministério Público comprovou que o homicídio foi praticado dentro da unidade prisional e tinha vínculo com a atuação da organização criminosa. Em relação a Wesley do Amor Divino da Silva, foi reconhecida ainda a agravante de exercer função de liderança no grupo, circunstância que contribuiu para o aumento da pena.
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