Cuiabá

Alunos entregam desenhos de artes aos pais em escola de Cuiabá

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Cuiabá

Crianças matriculadas no Jardim II da EMEB (Escola Municipal de Educação Básica) Augusto Mário Vieira, localizada no bairro Campo Verde, em Cuiabá, tiveram suas produções de desenhos sobre os elementos da natureza entregues aos pais e responsáveis na tarde de sexta-feira (19). O portfólio é resultado de uma parceria da Secretaria Municipal de Educação (SME) com o Instituto Solução Contagie.

Sempre supervisionadas por professores, as crianças são estimuladas a desenvolver desenhos e raciocínio lógico em diferentes ciclos. Os materiais, destinados a crianças de três a seis anos, são: “Desbravando a Natureza”, “Caminhos da Natureza” e “Aprendendo com a Natureza”.

A diretora da escola Augusto Mário Vieira, professora Maria do Socorro, explica que as atividades com os materiais do sistema “Contagie” envolvem propostas de escrita, desenhos, parcerias com a família, releitura de obras de arte e identificação de elementos da natureza. Por isso, considera o trabalho essencial para a aprendizagem das crianças.

“É emocionante ver esse processo de aprendizagem. Nós acompanhamos de perto o avanço de cada criança, auxiliando no melhor desenvolvimento de cada uma delas. Ver uma criança ter os primeiros contatos com obras de arte representa muito para nós, profissionais da educação”.

O eletricista Roberto Paes de Barros, pai do aluno Samuel Assunção, de apenas quatro anos, destacou que seu filho está recebendo todo o suporte necessário para a plena aprendizagem.

“É muito gratificante ver meu filho tratado com tanto amor e carinho na escola. Ele estudava em uma escola particular, mas a estrutura da escola Augusto Mário Vieira supera em qualidade de ensino e organização. Fico muito feliz em receber a produção desse material, que mostra a preocupação da escola em construir proximidade com a família”, afirmou.

A mãe do pequeno Samuel, Mônica Assunção, também elogiou a educação de Cuiabá pela oferta do material aos estudantes. “Essa escola é uma bênção e sou muito grata pela aprendizagem do meu filho. O conteúdo é muito inovador. Uma experiência ótima”.

O material do sistema “Contagie” está disponível nas 82 escolas de educação básica gerenciadas pela Prefeitura de Cuiabá.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Cuiabá

Fávaro pede remoção de reportagens e direito de resposta após ação movida por pesquisadora

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O senador Carlos Fávaro (PSD) informou, nesta segunda-feira (20), que ingressou com uma representação na Justiça Eleitoral para solicitar a retirada de reportagens que relacionam seu nome a uma ação de indenização proposta por uma pesquisadora em Cuiabá. Além da remoção das publicações, o parlamentar requer a concessão de direito de resposta nos mesmos veículos de comunicação.

Em nota, Fávaro afirma que as matérias fazem parte de uma campanha de desinformação com objetivo de prejudicar sua imagem durante o período eleitoral.

“O que assistimos nos últimos dias foi uma tentativa deliberada e orquestrada de associar o meu nome a uma denúncia com o nítido objetivo de gerar prejuízo político em pleno período eleitoral”, declarou.

Segundo a defesa do senador, o contrato para a realização da pesquisa foi firmado entre o Diretório Estadual do PSD de Mato Grosso e a empresa Rumo Serviços Publicitários Ltda., responsável pela execução do trabalho e pela contratação das equipes de campo. Os advogados sustentam que Fávaro não participou da contratação nem da gestão dos pesquisadores envolvidos.

Na representação, a defesa também questiona aspectos formais da ação de indenização apresentada pela pesquisadora, argumentando que documentos como a procuração e a declaração de hipossuficiência teriam sido protocolados sem assinatura.

Entenda o caso

A manifestação do senador ocorre após uma pesquisadora ajuizar uma ação na Justiça em que pede indenização de R$ 65,6 mil. No processo, ela afirma ter sido contratada para atuar em uma pesquisa de opinião pública com remuneração mensal de R$ 1,8 mil, mas alega que, posteriormente, o modelo de pagamento foi alterado para diárias de R$ 75 condicionadas ao cumprimento de metas.

A autora da ação também sustenta que passou a receber apenas pelas entrevistas consideradas válidas, sem que houvesse critérios claros para a aprovação dos questionários, e afirma ter realizado 499 entrevistas durante o período em que trabalhou.

Entre as alegações apresentadas à Justiça, a pesquisadora afirma ainda que os entrevistadores eram orientados, por meio de um grupo de WhatsApp, a enviar fotografias para comprovar a realização das entrevistas, situação que, segundo ela, os expunha a riscos durante o trabalho. Ela também relata que não havia fornecimento de água potável para a equipe durante a jornada.

O processo segue em tramitação. A juíza Ana Cristina Silva Mendes determinou o encaminhamento do caso ao Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc), onde as partes poderão buscar uma solução consensual antes do prosseguimento da ação.

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