Cuiabá
Cinco alunos de Cuiabá são reconhecidos como melhores de MT em educação artística
Cuiabá
Cinco alunos de escolas públicas de Cuiabá tiveram seus trabalhos de educação artística inclusos na lista dos melhores de Mato Grosso, conforme avaliação do Ministério Público do Trabalho.
A estudante de Cuiabá Bruna Souza de Camargo, matriculada no 5º ano da Escola Municipal Floriano Bocheneki, localizada no bairro Parque Atalaia, foi escolhida a autora do melhor desenho de combate ao trabalho infantil. A aluna concorreu com mais de 4 mil estudantes do ensino fundamental de Mato Grosso. O estudante Kauã Araújo dos Santos, matriculado na escola rural Nova Esperança, conquistou o primeiro lugar na categoria “conto”.
A estudante Elloá Nicolly Moreira Amâncio Preciso, matriculada na Escola Municipal de Educação Básica (EMEB) Senador Gastão de Matos Muller, no bairro Pedra 90, obteve o segundo lugar na categoria música.
O primeiro lugar em poesia foi conquistado pela estudante Clara Fernandes de Campos, matriculada no 5º ano da Escola Maria Dimpina Lobo Duarte.
Em poesia, a terceira melhor estudante de Mato Grosso está em Cuiabá. Trata-se da estudante Ana Júlia Silva Brandão, matriculada no 7º ano da Escola Municipal de Educação Básica Novo Renascer, localizada na Estrada Rio dos Couros, zona rural de Cuiabá.
Reconhecimento
O secretário de Educação da Prefeitura de Cuiabá, Amauri Monge Fernandes, elogiou a conquista dos estudantes de Cuiabá. “É uma vitória da educação pública que corresponde a uma soma de fatores. O talento e dedicação das nossas crianças aliada ao apoio da família. Quando a escola e a família se une o resultado é este: crianças prósperas que contribuirão para uma sociedade de paz e conhecimento”, afirma.
Confira abaixo à solenidade virtual realizada pelo Ministério Público do Trabalho na sexta-feira (24)
Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT
Cuiabá
Fávaro pede remoção de reportagens e direito de resposta após ação movida por pesquisadora
O senador Carlos Fávaro (PSD) informou, nesta segunda-feira (20), que ingressou com uma representação na Justiça Eleitoral para solicitar a retirada de reportagens que relacionam seu nome a uma ação de indenização proposta por uma pesquisadora em Cuiabá. Além da remoção das publicações, o parlamentar requer a concessão de direito de resposta nos mesmos veículos de comunicação.
Em nota, Fávaro afirma que as matérias fazem parte de uma campanha de desinformação com objetivo de prejudicar sua imagem durante o período eleitoral.
“O que assistimos nos últimos dias foi uma tentativa deliberada e orquestrada de associar o meu nome a uma denúncia com o nítido objetivo de gerar prejuízo político em pleno período eleitoral”, declarou.
Segundo a defesa do senador, o contrato para a realização da pesquisa foi firmado entre o Diretório Estadual do PSD de Mato Grosso e a empresa Rumo Serviços Publicitários Ltda., responsável pela execução do trabalho e pela contratação das equipes de campo. Os advogados sustentam que Fávaro não participou da contratação nem da gestão dos pesquisadores envolvidos.
Na representação, a defesa também questiona aspectos formais da ação de indenização apresentada pela pesquisadora, argumentando que documentos como a procuração e a declaração de hipossuficiência teriam sido protocolados sem assinatura.
Entenda o caso
A manifestação do senador ocorre após uma pesquisadora ajuizar uma ação na Justiça em que pede indenização de R$ 65,6 mil. No processo, ela afirma ter sido contratada para atuar em uma pesquisa de opinião pública com remuneração mensal de R$ 1,8 mil, mas alega que, posteriormente, o modelo de pagamento foi alterado para diárias de R$ 75 condicionadas ao cumprimento de metas.
A autora da ação também sustenta que passou a receber apenas pelas entrevistas consideradas válidas, sem que houvesse critérios claros para a aprovação dos questionários, e afirma ter realizado 499 entrevistas durante o período em que trabalhou.
Entre as alegações apresentadas à Justiça, a pesquisadora afirma ainda que os entrevistadores eram orientados, por meio de um grupo de WhatsApp, a enviar fotografias para comprovar a realização das entrevistas, situação que, segundo ela, os expunha a riscos durante o trabalho. Ela também relata que não havia fornecimento de água potável para a equipe durante a jornada.
O processo segue em tramitação. A juíza Ana Cristina Silva Mendes determinou o encaminhamento do caso ao Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc), onde as partes poderão buscar uma solução consensual antes do prosseguimento da ação.
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