Cuiabá

Projeto chega na última fase mobilizando 320 alunos em quadras da UFMT

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Cuiabá

Trezentos e vinte alunos de oito escolas municipais vão participar de partidas amistosas de futsal a partir das 8h deste sábado (5) nas quadras da UFMT (Universidade Federal de Mato Grosso), localizada no bairro Boa Esperança.

Serão 44 partidas disputadas em quatro quadras. Cada uma delas com duração de 10 minutos. A partida final vai ser disputada às 11h30 no ginásio da UFMT.

O evento será a conclusão do projeto “AtivaMente” que mobiliza alunos de diferentes regionais de Cuiabá, visando a integração, valorização da amizade e a consciência do esporte ser uma prática saudável no cotidiano.

O secretário Educação, Amauri Monge Fernandes, destaca que o objetivo principal é reforçar a importância de metodologias que unam movimento, aprendizagem e bem-estar. “O AtivaMente tem transformado a rotina das nossas unidades escolares e contribuído para o desenvolvimento integral dos estudantes. A culminância será um momento de celebrar essas conquistas, compartilhar experiências e valorizar o trabalho das escolas participantes”, afirma.

“A ideia do projeto é estender o tempo dos alunos nas práticas esportivas, ao mesmo tempo, em que criamos um ambiente propício à amizade entre os estudantes”, explica o professor de Educação Física Helvécio Lopes, um dos idealizadores do projeto “AtivaMente”.

A professora de Educação Física Marluci Micheli de Sousa também reforça o caráter educacional do projeto. “Esse projeto tem o estímulo de trabalhar a saúde física, mental, habilidades sociais e cognitivas a a partir da união dos estudantes”.

SERVIÇO

Última etapa do Projeto AtivaMente

06 de dezembro de 2025 (sábado)

07h às 12h

Quadras externas da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT)

Participação de 08 unidades escolares da rede municipal de Ensino

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Cuiabá

Fávaro pede remoção de reportagens e direito de resposta após ação movida por pesquisadora

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O senador Carlos Fávaro (PSD) informou, nesta segunda-feira (20), que ingressou com uma representação na Justiça Eleitoral para solicitar a retirada de reportagens que relacionam seu nome a uma ação de indenização proposta por uma pesquisadora em Cuiabá. Além da remoção das publicações, o parlamentar requer a concessão de direito de resposta nos mesmos veículos de comunicação.

Em nota, Fávaro afirma que as matérias fazem parte de uma campanha de desinformação com objetivo de prejudicar sua imagem durante o período eleitoral.

“O que assistimos nos últimos dias foi uma tentativa deliberada e orquestrada de associar o meu nome a uma denúncia com o nítido objetivo de gerar prejuízo político em pleno período eleitoral”, declarou.

Segundo a defesa do senador, o contrato para a realização da pesquisa foi firmado entre o Diretório Estadual do PSD de Mato Grosso e a empresa Rumo Serviços Publicitários Ltda., responsável pela execução do trabalho e pela contratação das equipes de campo. Os advogados sustentam que Fávaro não participou da contratação nem da gestão dos pesquisadores envolvidos.

Na representação, a defesa também questiona aspectos formais da ação de indenização apresentada pela pesquisadora, argumentando que documentos como a procuração e a declaração de hipossuficiência teriam sido protocolados sem assinatura.

Entenda o caso

A manifestação do senador ocorre após uma pesquisadora ajuizar uma ação na Justiça em que pede indenização de R$ 65,6 mil. No processo, ela afirma ter sido contratada para atuar em uma pesquisa de opinião pública com remuneração mensal de R$ 1,8 mil, mas alega que, posteriormente, o modelo de pagamento foi alterado para diárias de R$ 75 condicionadas ao cumprimento de metas.

A autora da ação também sustenta que passou a receber apenas pelas entrevistas consideradas válidas, sem que houvesse critérios claros para a aprovação dos questionários, e afirma ter realizado 499 entrevistas durante o período em que trabalhou.

Entre as alegações apresentadas à Justiça, a pesquisadora afirma ainda que os entrevistadores eram orientados, por meio de um grupo de WhatsApp, a enviar fotografias para comprovar a realização das entrevistas, situação que, segundo ela, os expunha a riscos durante o trabalho. Ela também relata que não havia fornecimento de água potável para a equipe durante a jornada.

O processo segue em tramitação. A juíza Ana Cristina Silva Mendes determinou o encaminhamento do caso ao Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc), onde as partes poderão buscar uma solução consensual antes do prosseguimento da ação.

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