Cuiabá
Vereador questiona Águas Cuiabá sobre destinação do esgoto do bairro Araés e anuncia envio de resposta ao Ministério Público
Cuiabá
Andressa Sales – Assessoria do vereador Demilson Nogueira 
O vereador Demilson Nogueira voltou a cobrar esclarecimentos da concessionária Águas Cuiabá sobre o sistema de coleta e destinação dos efluentes sanitários no bairro Araés. Em resposta a um requerimento protocolado anteriormente, a empresa informou que os esgotos do bairro estão sendo encaminhados para tratamento na Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) do Dom Aquino.
No entanto, o parlamentar questionou a ausência de informações detalhadas sobre o trajeto percorrido pelos efluentes até a estação.
“A pergunta que fica é: como esse esgoto está sendo levado até o Dom Aquino? Não podemos admitir que o Córrego da Prainha esteja sendo utilizado como canal de escoamento de esgoto bruto”, alertou.
Segundo o vereador, a resposta da Águas Cuiabá não esclarece de forma satisfatória qual infraestrutura está sendo utilizada para a condução dos resíduos.
“É inadmissível que um curso d’água urbano, como a Prainha, possa estar sendo usado de forma irregular. Isso compromete o meio ambiente e a saúde pública”, completou.
Diante da gravidade da situação, Demilson anunciou que irá encaminhar o documento recebido da concessionária ao Ministério Público Estadual, a fim de que sejam adotadas as providências legais e técnicas cabíveis.
Fonte: Câmara de Cuiabá – MT
Cuiabá
Governador declara facções criminosas como organizações terroristas
O governador Otaviano Pivetta enviou, nesta quinta-feira (22.10), projeto de lei à Assembleia Legislativa para declarar facções criminosas, que atuam em Mato Grosso, como organizações terroristas.
Conforme a proposta, as forças de segurança de Mato Grosso poderão estabelecer protocolos específicos para o combate às facções que atuam no Estado.
“Queremos que nossas forças de segurança tenham todos os mecanismos necessários para combater esses criminosos, que na verdade são terroristas. Em Mato Grosso, vamos combater duramente os crimes, com tolerância zero, e não vamos descansar enquanto nossos cidadãos de bem não estiverem seguros, porque nosso trabalho é para dar segurança à nossa população”, afirmou Pivetta.
Inicialmente, a proposta estabelece duas facções como terroristas, mas também estabelece que outras podem ser incluídas no contexto.
O documento reconhece que a atuação das facções não se limita ao território estadual e, por isso, reforça a necessidade de coordenação das forças de segurança em cooperação com agentes nacionais, internacionais e de outros Estados.
O projeto de lei passará por votação pelos deputados estaduais.
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