Várzea Grande
DAVI Móvel promove conscientização em unidades do CRAS de Várzea Grande
Várzea Grande
O Projeto Defesa, Acolhimento e Valorização do Indivíduo (DAVI) Móvel, desenvolvido pelo Juizado Especial Criminal e Fazendário da Comarca de Várzea Grande, em parceria com a Secretaria Municipal de Assistência Social, percorre unidades de atendimento do município com ações voltadas à prevenção, à conscientização e à promoção do bem-estar social. A iniciativa busca ampliar o acesso à informação e fortalecer a cidadania por meio de atividades educativas.
Segundo a coordenadora de Proteção Social Básica, Alexandra Lourenço, a programação de outubro já contemplou os Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) Santa Maria e Cristo Rei.
“A iniciativa busca fortalecer os vínculos entre o Poder Judiciário, a assistência social e a comunidade, aproximando a população das ações de caráter preventivo e educativo”, afirma a coordenadora.
Entre os temas trabalhados pelo Projeto DAVI estão a prevenção ao uso de drogas, os cuidados com a saúde física, mental e emocional, o desenvolvimento de habilidades socioemocionais, a valorização da vida e a prevenção de situações de violência. As atividades são realizadas por meio de palestras e estratégias interativas, com linguagem acessível e espaço para diálogo e participação da comunidade.
A programação do DAVI Móvel segue ao longo do mês de outubro. O cronograma prevê atividades no CRAS Jardim Glória, nos dias 19, 20 e 22 de outubro, e no CRAS São Mateus, nos dias 26, 27 e 29 de outubro.
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Várzea Grande
Rogerinho Dakar diz que operação investiga sua gestão no DAE e nega participação em eleição da Câmara
O vereador Rogerinho Dakar (PSDB), de Várzea Grande, afirmou que as buscas realizadas pelo Grupo de Atuação Especial contra o Crime Organizado (Gaeco) em sua residência estão relacionadas à gestão dele à frente do Departamento de Água e Esgoto (DAE), e não à eleição da Mesa Diretora da Câmara Municipal. O parlamentar foi um dos alvos da Operação Cathedra Venalis, deflagrada na manhã desta terça-feira (20).
Rogerinho negou envolvimento na disputa pelo comando do Legislativo e ressaltou que não participou da votação realizada em maio, cujo resultado foi posteriormente anulado pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Naquele período, segundo ele, estava à frente do DAE.
De acordo com o vereador, os agentes recolheram documentos referentes à administração do departamento. Ele afirmou que já havia organizado um dossiê sobre sua passagem pelo órgão e defendeu que os registros sejam examinados pelas instituições responsáveis pelo controle da gestão pública.
O parlamentar declarou que, durante os cinco meses em que esteve à frente do DAE, foram realizadas 15 licitações e adotadas medidas para ampliar a transparência administrativa. Segundo ele, a documentação também foi encaminhada ao Ministério Público, ao Tribunal de Contas, à Prefeitura de Várzea Grande e à própria Câmara Municipal.
Vereador comenta vídeo com dinheiro
Durante a entrevista, Rogerinho também foi questionado sobre um vídeo que circulou nas redes sociais, no qual aparece com maços de dinheiro dentro de uma sacola. O parlamentar classificou as imagens como “totalmente fora de contexto”, mas não apresentou, na ocasião, explicações adicionais sobre a situação registrada.
A gravação foi mencionada em meio aos questionamentos sobre as suspeitas de compra de votos investigadas pelo Gaeco. Rogerinho, por sua vez, reiterou que não participou da eleição da Mesa Diretora e sustentou que as buscas em sua residência estão relacionadas aos documentos referentes à gestão do DAE.
Operação investiga suspeitas de corrupção
A Operação Cathedra Venalis apura possíveis irregularidades relacionadas à eleição da Mesa Diretora da Câmara de Várzea Grande, incluindo suspeitas de compra de votos, obtenção de vantagens indevidas e atuação de uma possível organização criminosa envolvendo agentes públicos.
Ao todo, são cumpridos 30 mandados de busca e apreensão em Cuiabá, Várzea Grande e Chapada dos Guimarães. A investigação busca reunir elementos para esclarecer as suspeitas.
A inclusão de Rogerinho Dakar entre os alvos da operação não representa comprovação de envolvimento em crimes. As circunstâncias das diligências e as responsabilidades individuais dos investigados deverão ser esclarecidas no decorrer da apuração.
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