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Limpeza urbana avança na Avenida Prefeito Murilo Domingos mesmo em feriado

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Mesmo durante ponto facultativo e feriado, os serviços de limpeza urbana seguem sendo realizados na Avenida Prefeito Murilo Domingos, antiga 31 de Março, dentro do cronograma da Secretaria de Serviços Públicos e Mobilidade Urbana. A continuidade dos trabalhos demonstra o compromisso da gestão municipal com a manutenção dos espaços públicos e o bem-estar da população.

As ações no local são executadas de forma planejada e em etapas. Inicialmente, foi realizada a limpeza lateral da via, com a retirada de entulhos e resíduos acumulados no canteiro central. Na sequência, as equipes deram início à roçagem da vegetação, etapa fundamental para melhorar a visibilidade e a segurança de motoristas e pedestres. O serviço será finalizado com a pintura dos meios-fios, contribuindo para a organização e o aspecto visual da avenida.

De acordo com o secretário de Serviços Públicos e Mobilidade Urbana, Gerson Scarton, a execução contínua dos trabalhos é essencial para manter a cidade limpa e funcional. “Mesmo em ponto facultativo e feriado, nossas equipes seguem atuando porque a cidade não pode parar. É um trabalho planejado, feito por etapas, para garantir eficiência e melhores resultados para a população”, afirmou.

A iniciativa reforça a importância da manutenção urbana regular, promovendo melhorias na mobilidade, na segurança e na qualidade de vida dos moradores que utilizam a via diariamente.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Gasto com pessoal deixa Cuiabá a R$ 11 milhões do limite prudencial

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A Prefeitura de Cuiabá se aproximou do limite prudencial estabelecido pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) para despesas com pessoal. O gasto acumulado nos últimos 12 meses chegou a R$ 2,141 bilhões, o equivalente a 51,03% da Receita Corrente Líquida (RCL) ajustada). Com isso, o município ficou a apenas 0,27 ponto percentual do limite prudencial, fixado em 51,30%.

Os números constam no Relatório de Gestão Fiscal referente ao segundo quadrimestre de 2026, publicado pela própria Prefeitura na Gazeta Municipal. O limite de alerta previsto na legislação é de 48,60%, enquanto o teto máximo para a despesa com pessoal do Executivo municipal é de 54% da RCL.

Na prática, a margem financeira até o limite prudencial é de aproximadamente R$ 11,5 milhões. O cenário reduz o espaço para a administração municipal ampliar despesas permanentes com pessoal e exige atenção à evolução da folha nos próximos meses.

A situação ganha relevância porque a Prefeitura mantém uma folha salarial expressiva. Somente em agosto, a administração municipal informou que desembolsaria R$ 148,8 milhões em valores brutos para o pagamento dos servidores, incluindo salários, benefícios, férias, horas extras e outras verbas.

A LRF estabelece restrições quando a despesa com pessoal ultrapassa o limite prudencial. Entre as medidas previstas estão vedações à concessão de vantagens, aumentos, reajustes ou adequações de remuneração, ressalvadas as hipóteses previstas na própria legislação, além de restrições para criação de cargos e novas admissões.

A própria Lei de Diretrizes Orçamentárias de Cuiabá para 2026 determina que as despesas com pessoal sejam planejadas de modo a respeitar os limites estabelecidos pela legislação fiscal. O texto municipal também prevê restrições quando a despesa ultrapassa 57% da RCL, correspondente a 95% do limite máximo de 60% considerado para o município.

O avanço do gasto ocorre ainda em meio a novas necessidades de contratação na estrutura municipal. Na Educação, por exemplo, a Prefeitura abriu neste mês processo seletivo para 1.520 profissionais temporários que deverão atuar na rede municipal durante o ano letivo de 2027. A medida foi justificada pela necessidade de substituir servidores afastados e atender demandas temporárias da rede.

O cenário, portanto, coloca a gestão do prefeito Abilio Brunini diante do desafio de manter os serviços públicos e a folha em dia sem comprometer os limites fiscais. Caso a despesa continue avançando e ultrapasse o limite prudencial, a Prefeitura terá de observar as restrições previstas na LRF e adotar medidas para controlar o crescimento dos gastos.

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