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Atores e roteiros criados por IA não poderão concorrer ao Oscar

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Atores e roteiros criados por IA, Inteligência Artificial, não poderão concorrer ao Oscar.

A nova regra foi publicada nesta semana pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, organizadora da premiação.

O objetivo é deixar claro que a atuação e o roteiro de filmes devem ser realizados por seres humanos para serem elegíveis a um dos principais prêmios do cinema mundial.

As alterações se aplicam às inscrições para a próxima cerimônia do Oscar, programada para março de 2027.

As regras estabelecem que a Academia pode solicitar informações adicionais para verificar se os roteiros enviados foram criados por humanos.

A IA generativa deixou o setor em alerta porque os atores temem que os estúdios usem a tecnologia para substituir os trabalhadores humanos para reduzir os custos.

No ano passado, a estreia de uma atriz gerada por IA, chamada Tilly Norwood, provocou uma reação negativa do sindicato de atores, principalmente, pela demonstração de interesse de executivos de estúdios.

De acordo com as novas regras da Academia, os cineastas podem usar ferramentas de IA, mas um ator “sintético”, como Norwood, não seria elegível para um Oscar.

A Academia definiu também que os roteiros devem ter “autoria humana” para serem elegíveis a concorrer ao prêmio.

*Com informações da Agência Brasil


Fonte: EBC Cultura

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Ouro Negro: espetáculo em Recife celebra os 100 anos de Moacir Santos

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Domingo (18) o palco do Teatro do Parque, em Recife, recebe um espetáculo que celebra o centenário do compositor, maestro, arranjador e multi-instrumentista pernambucano, Moacir Santos.

O musical “Canto e Encanto Pernambuco – Ouro Negro: 100 Anos de Moacir Santos” leva ao palco ritmos afro-brasileiros, influências do sertão e elementos do jazz que tornaram a obra do artista única. Além da música, o texto passeia por momentos marcantes de sua trajetória artística.

Autor do álbum clássico Coisas, lançado em 1965, e primeiro orquestrador negro da Rádio Nacional, Moacir deixou legado que inspirou outras referências da MPB como Baden Powell, João Donato, Sérgio Mendes, Paulinho da Viola e tantos outros.

Sua identidade musical ultrapassou fronteiras e conquistou reconhecimento internacional quando ele passou a morar nos Estados Unidos a partir de 1967. Por lá, lançou álbuns, continuou atuando como professor de música, fazendo parcerias com grandes nomes do jazz e da música instrumental; além de compor trilhas sonoras para filmes de Hollywood nas equipes de maestros como Henry Mancini.

 A montagem do Musical, reunindo mais de 80 jovens e professores, é resultado do trabalho social de iniciação à música do Núcleo Musical Irmã Scheilla desenvolvido pela Fraternidade Espírita Peixotinho desde 2010.

A encenação será às 16h e os ingressos para o espetáculo estão disponíveis na plataforma Sympla.


Fonte: EBC Cultura

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