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Catálogo inédito do Museu Nacional reúne fotografias históricas

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O Museu Nacional lançou, nesta terça-feira (30), um catálogo inédito de fotografias históricas. O material reúne imagens produzidas a partir de cópias em papel de negativos em vidro perdidos no incêndio que afetou o museu em 2018. Foram destruídos 85% do seu acervo, que contava com 20 milhões de itens antes da tragédia. 

O catálogo “Vestígios Visuais: As Pranchas Fotográficas do Museu Nacional” reúne 213 pranchas fotográficas históricas, que documentam aspectos significativos da atuação científica e curatorial da instituição ao longo da primeira metade do século XX. O material também será disponibilizado em formato digital. 

O projeto foi organizado por Jorge Dias da Silva Junior, chefe da Seção de Memória e Arquivo, e Ana Luiza Castro do Amaral, chefe do Laboratório Central de Conservação e Restauração, com diagramação e projeto gráfico de Anna Warzynski. 

Os registros visuais abrangem diversas áreas do conhecimento: antropologia, arqueologia, botânica, zoologia, etnografia e geologia; registros de expedições da Comissão Rondon; missões etnográficas lideradas pelo pai da radiodifusão brasileira, Roquette Pinto; estudos de anatomia comparada; instrumentos indígenas e mapas históricos.


Fonte: EBC Cultura

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Ouro Negro: espetáculo em Recife celebra os 100 anos de Moacir Santos

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Domingo (18) o palco do Teatro do Parque, em Recife, recebe um espetáculo que celebra o centenário do compositor, maestro, arranjador e multi-instrumentista pernambucano, Moacir Santos.

O musical “Canto e Encanto Pernambuco – Ouro Negro: 100 Anos de Moacir Santos” leva ao palco ritmos afro-brasileiros, influências do sertão e elementos do jazz que tornaram a obra do artista única. Além da música, o texto passeia por momentos marcantes de sua trajetória artística.

Autor do álbum clássico Coisas, lançado em 1965, e primeiro orquestrador negro da Rádio Nacional, Moacir deixou legado que inspirou outras referências da MPB como Baden Powell, João Donato, Sérgio Mendes, Paulinho da Viola e tantos outros.

Sua identidade musical ultrapassou fronteiras e conquistou reconhecimento internacional quando ele passou a morar nos Estados Unidos a partir de 1967. Por lá, lançou álbuns, continuou atuando como professor de música, fazendo parcerias com grandes nomes do jazz e da música instrumental; além de compor trilhas sonoras para filmes de Hollywood nas equipes de maestros como Henry Mancini.

 A montagem do Musical, reunindo mais de 80 jovens e professores, é resultado do trabalho social de iniciação à música do Núcleo Musical Irmã Scheilla desenvolvido pela Fraternidade Espírita Peixotinho desde 2010.

A encenação será às 16h e os ingressos para o espetáculo estão disponíveis na plataforma Sympla.


Fonte: EBC Cultura

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