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Cinemateca de Curitiba traz mostras com Spike Lee e Robert Redford

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A Cinemateca de Curitiba exibe quatro mostras de cinema neste mês de novembro com entrada gratuita.

Entre elas, está a homenagem ao ator e diretor estadunidense Robert Redford, que morreu em setembro aos 89 anos. A mostra começa nesta quinta-feira com o filme “Todos os homens do presidente” e vai até domingo.

Entre os dias 13 e 16 de novembro, é a vez da mostra de cinema do Japão, com três longas contemporâneos e a exibição do clássico “Era uma vez em Tóquio”, de Yasujiro Ozu, lançado em 1953.  

Já dos dias 19 a 23 de novembro, o cinema de Spike Lee marca o mês da Consciência Negra com cinco filmes do diretor, entre eles “Faça a Coisa Certa” e “Malcolm X”.

A programação da Cinemateca encerra o mês com filmes da Tchecoslováquia da década de 60, ou seja, antes de o país ser dividido em República Tcheca e Eslováquia no começo dos anos 90. Os filmes trazem o olhar da vanguarda do antigo país europeu em cinco filmes anteriores à Primavera de Praga, como o longa “Trens Estreitamente Vigiados”, de Jiří Menzel, vencedor do Oscar de melhor filme estrangeiro em 1968.

A Cinemateca de Curitiba completou 50 anos agora em 2025, é uma das mais antigas do país e celebra a data com mostras especiais. Para saber os detalhes completos da programação, é só acessar o site fundacaoculturaldecuritiba.com.br.


Fonte: EBC Cultura

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Ouro Negro: espetáculo em Recife celebra os 100 anos de Moacir Santos

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Domingo (18) o palco do Teatro do Parque, em Recife, recebe um espetáculo que celebra o centenário do compositor, maestro, arranjador e multi-instrumentista pernambucano, Moacir Santos.

O musical “Canto e Encanto Pernambuco – Ouro Negro: 100 Anos de Moacir Santos” leva ao palco ritmos afro-brasileiros, influências do sertão e elementos do jazz que tornaram a obra do artista única. Além da música, o texto passeia por momentos marcantes de sua trajetória artística.

Autor do álbum clássico Coisas, lançado em 1965, e primeiro orquestrador negro da Rádio Nacional, Moacir deixou legado que inspirou outras referências da MPB como Baden Powell, João Donato, Sérgio Mendes, Paulinho da Viola e tantos outros.

Sua identidade musical ultrapassou fronteiras e conquistou reconhecimento internacional quando ele passou a morar nos Estados Unidos a partir de 1967. Por lá, lançou álbuns, continuou atuando como professor de música, fazendo parcerias com grandes nomes do jazz e da música instrumental; além de compor trilhas sonoras para filmes de Hollywood nas equipes de maestros como Henry Mancini.

 A montagem do Musical, reunindo mais de 80 jovens e professores, é resultado do trabalho social de iniciação à música do Núcleo Musical Irmã Scheilla desenvolvido pela Fraternidade Espírita Peixotinho desde 2010.

A encenação será às 16h e os ingressos para o espetáculo estão disponíveis na plataforma Sympla.


Fonte: EBC Cultura

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