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Feira do Cordel Brasileiro vai até amanhã na Caixa Cultural Brasília

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A Caixa Cultural Brasília recebe, até domingo (2), a 7ª Feira do Cordel Brasileiro. O evento, com entrada franca, reúne mestres, poetas, músicos, pesquisadores e artistas da tradição cordelista.

Entre as atividades realizadas em diferentes pontos do centro cultural estão exposições, oficinas, mesas, recitais, cantorias, lançamentos de livros, espetáculos e shows.

Algumas das atrações deste fim de semana são o show “Vozes do Nordeste”, da Banda Atacama, e a palestra “Cordel Brasileiro: a autêntica poesia do povo”, além da Feira de Cordéis, Livros, Xilogravura e de Artes afins.

A literatura de cordel é uma das mais tradicionais formas de comunicação brasileira, com destaque principalmente no Nordeste. Foi reconhecida em setembro de 2018 pelo Iphan, Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, como Patrimônio Cultural Imaterial Brasileiro.

A classificação indicativa para o evento é livre e o espaço conta com acesso para pessoas com deficiência.


Fonte: EBC Cultura

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Pelos cinemas de rua, coletivo exibe filmes ao ar livre em Olinda

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Olinda, a cidade cheia de memórias históricas em sua arquitetura, reconhecida como Patrimônio Histórico e Cultural da Humanidade pela Unesco, está com um de seus marcos culturais fechado há mais de 40 anos, o Cine Olinda.

Para chamar atenção para a reativação deste e de outros cinemas de rua de Pernambuco, o coletivo CineRuaPe retoma neste sábado (1), as sessões de exibição de filmes ao ar livre. Desta vez, o local escolhido será em frente ao Cine Olinda, que fica ao lado da Praça João Pessoa, no bairro do Carmo. A sala inaugurada em 1911 com o nome de Cine Theatro e Variedades, está sem exibir filmes há mais de quatro décadas.

A programação contará com a exibição de dois filmes que dialogam com o território, a memória e o poder das imagens: “Esse Cinema Não Possui Saídas de Emergência” de Mia Aragão e “Onde Começa um Rio”, de Julia Karam, Maiara Mascarenhas, Maria Cardozo e Pedro Severien. As sessões serão seguidas de debates.

Segundo o Coletivo, o Cine Olinda é um símbolo da luta pela retomada dos cinemas de rua no estado e acumula promessas de reabertura, projetos interrompidos e o silêncio do poder público sobre o que será feito do espaço cultural.

Pedro Severien, diretor de cinema, professor e curador do cinema de rua São Luís, localizado no Recife, fala que outros movimentos culturais já demonstraram que o Cine Olinda tem condições de voltar a receber o público.

“Em 2016, houve uma ocupação, eu participei dessa ocupação, com um grupo de pessoas que queria só abrir as portas da sala pra população. E isso aconteceu durante três meses com inúmeras sessões de cinema, atividades pedagógicas, com a participação social. A gente mostrou que é possível esse cinema ser entregue de volta à população. Mas infelizmente, desde então, nesses últimos 10 anos não houve nenhuma ação relevante do poder público para reabertura do cinema”.

Ao longo deste ano, o grupo vai percorrer mais quatro cidades pernambucanas em defesa da preservação e da reativação dos cinemas de rua: Vitória de Santo Antão, Goiana, Arcoverde e Recife.

Detalhes sobre como participar do projeto podem ser solicitados no Instagram oficial @cineruape.

*Com produção de Luciene Cruz


Fonte: EBC Cultura

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