Cultura
Feira Pan-Amazônica do Livro espera receber 450 mil visitantes
Cultura
Vai até o próximo domingo (6), em Belém, no Pará, a Feira Pan-Amazônica do Livro e das Multivozes, um dos principais eventos literários e culturais da Região Norte. A expectativa é receber 450 mil visitantes para atividades culturais, debates e lançamentos de livros no Hangar Centro de Convenções.

Os homenageados da 29ª edição da Feira são a cantora, compositora e atriz Nazaré Pereira e o Jabutigão, personagem criado pelo escritor, ator e ativista ambiental Luiz Peixoto Ramos.
Na programação, há dois totens do MEC Livros, plataforma digital que reúne quase 27 mil títulos contemporâneos licenciados e obras em domínio público e já soma mais de um milhão de usuários cadastrados.
Durante a feira, de dia, estão previstas apresentações artísticas e teatro de bonecos para crianças e estudantes. À noite, sempre às sete, a Arena das Multivozes recebe mesas de debate. Já no Ponto do Autor, os visitantes podem encontrar escritores em sessões de autógrafos.
Autores como Jeferson Tenório, de “O Avesso da Pele”, também participam da programação.
Nesta quarta-feira (2), o tema é inclusão e acessibilidade na literatura e na arte. Na quinta (3), o destaque fica para jovens criadores, novas linguagens e mídias. Já na sexta (4), os debates abordam identidade, gênero, etnia e representatividade.
Até o encerramento, no domingo (6), a Feira Pan-Amazônica do Livro ainda promove discussões sobre diversidade e gênero na literatura, a Amazônia e a crise ecológica, além dos diálogos com o Sul Global.
A feira acontece no Hangar Centro de Convenções, no bairro do Marco, em Belém, das nove da manhã às nove da noite.
Cultura
Ouro Negro: espetáculo em Recife celebra os 100 anos de Moacir Santos
Domingo (18) o palco do Teatro do Parque, em Recife, recebe um espetáculo que celebra o centenário do compositor, maestro, arranjador e multi-instrumentista pernambucano, Moacir Santos.

O musical “Canto e Encanto Pernambuco – Ouro Negro: 100 Anos de Moacir Santos” leva ao palco ritmos afro-brasileiros, influências do sertão e elementos do jazz que tornaram a obra do artista única. Além da música, o texto passeia por momentos marcantes de sua trajetória artística.
Autor do álbum clássico Coisas, lançado em 1965, e primeiro orquestrador negro da Rádio Nacional, Moacir deixou legado que inspirou outras referências da MPB como Baden Powell, João Donato, Sérgio Mendes, Paulinho da Viola e tantos outros.
Sua identidade musical ultrapassou fronteiras e conquistou reconhecimento internacional quando ele passou a morar nos Estados Unidos a partir de 1967. Por lá, lançou álbuns, continuou atuando como professor de música, fazendo parcerias com grandes nomes do jazz e da música instrumental; além de compor trilhas sonoras para filmes de Hollywood nas equipes de maestros como Henry Mancini.
A montagem do Musical, reunindo mais de 80 jovens e professores, é resultado do trabalho social de iniciação à música do Núcleo Musical Irmã Scheilla desenvolvido pela Fraternidade Espírita Peixotinho desde 2010.
A encenação será às 16h e os ingressos para o espetáculo estão disponíveis na plataforma Sympla.
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