Cultura
Festival Internacional de Dança do Recife tem mais de 30 atividades
Cultura
A partir desta quinta-feira (3) até o dia 13 de setembro, a cidade do Recife recebe mais de 30 atividades dedicadas à dança. É o Festival Internacional de Dança do Recife, que também tem cinema, graffiti e apresentações de rua.

Todas as atrações são de graça. O público pode colaborar, de forma solidária, com a doação de alimentos não perecíveis.
O festival começa nesta quinta, às 20h30, na Rua do Observatório, com o espetáculo Nosso Baile, criado pelo coreógrafo goiano Henrique Rodovalho.
No sábado, a Avenida Rio Branco recebe o CarnaBall do Futuro, uma batalha de dança para o público LGBTQIAPN+ que celebra as tradições do carnaval.
Com o tema “Corpo/Escola – Formação que Move”, o festival homenageia duas referências da dança pernambucana: Airton Tenório, coreógrafo que ajudou a formar gerações de artistas, falecido no mês de julho; e a Escola de Frevo do Recife, com 30 anos de existência, estreando o espetáculo O Frevo da Meia-Noite na quarta-feira da próxima semana.
Nesse mesmo dia, o grupo espanhol Iron Skulls se apresenta, pela primeira vez na América Latina com o espetáculo Famulus 4.0, uma mistura de dança e tecnologia, com a participação de um robô no palco. A apresentação será no Teatro do Parque, Centro do Recife.
O festival também conta com o projeto Primeira Cena, para novos grupos de dança mostrarem seus trabalhos; além de uma série de oficinas de formação artística.
A programação completa do Festival Internacional de Dança está no site da prefeitura do Recife.
Cultura
Ouro Negro: espetáculo em Recife celebra os 100 anos de Moacir Santos
Domingo (18) o palco do Teatro do Parque, em Recife, recebe um espetáculo que celebra o centenário do compositor, maestro, arranjador e multi-instrumentista pernambucano, Moacir Santos.

O musical “Canto e Encanto Pernambuco – Ouro Negro: 100 Anos de Moacir Santos” leva ao palco ritmos afro-brasileiros, influências do sertão e elementos do jazz que tornaram a obra do artista única. Além da música, o texto passeia por momentos marcantes de sua trajetória artística.
Autor do álbum clássico Coisas, lançado em 1965, e primeiro orquestrador negro da Rádio Nacional, Moacir deixou legado que inspirou outras referências da MPB como Baden Powell, João Donato, Sérgio Mendes, Paulinho da Viola e tantos outros.
Sua identidade musical ultrapassou fronteiras e conquistou reconhecimento internacional quando ele passou a morar nos Estados Unidos a partir de 1967. Por lá, lançou álbuns, continuou atuando como professor de música, fazendo parcerias com grandes nomes do jazz e da música instrumental; além de compor trilhas sonoras para filmes de Hollywood nas equipes de maestros como Henry Mancini.
A montagem do Musical, reunindo mais de 80 jovens e professores, é resultado do trabalho social de iniciação à música do Núcleo Musical Irmã Scheilla desenvolvido pela Fraternidade Espírita Peixotinho desde 2010.
A encenação será às 16h e os ingressos para o espetáculo estão disponíveis na plataforma Sympla.
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