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Museu de História da Paraíba, em João Pessoa está aberto à visitação

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O Museu de História da Paraíba, localizado no centro histórico de João Pessoa, está aberto à visitação. O novo equipamento cultural funciona em um prédio construído por padres da Companhia de Jesus no século XVI. O Palácio da Redenção agora abriga o primeiro Museu de História da Paraíba, com diversos ambientes em seu interior, entre eles duas salas dedicadas ao escritor Ariano Suassuna, que nasceu no local.

Entre os espaços de destaque estão a sala dedicada à Revolução de 1930, a Sala Paraibana Idades — que apresenta acontecimentos marcantes do estado — e o mausoléu do político João Pessoa.

Com um projeto de restauração histórica e arquitetônica que contou com investimentos de mais de R$ 11,5 milhões, o museu representa o maior marco de revitalização já realizado no Palácio desde a sua construção, há mais de 400 anos.

Durante a solenidade de inauguração, o governador da Paraíba, João Azevêdo, entregou o museu à sociedade e destacou a importância da obra para a democratização do acesso aos espaços públicos.
Segundo ele: “Quando nós tomamos a decisão de transformar o museu, foi para que verdadeiramente o nosso povo, os nossos estudantes, principalmente, possam visitar um espaço como esse e conhecer a nossa história, entendendo todo o processo que nos trouxe até aqui. Então, é inclusão — inclusão através da cultura.”

Além do acervo permanente, até o dia 30 de novembro, os visitantes poderão conferir uma exposição temporária com pinturas de artistas acadêmicos e modernistas, como Pedro Américo, Anita Malfatti, Di Cavalcanti e Cândido Portinari.


Fonte: EBC Cultura

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No Pará, Festival Afro Maré abre espaço para culturas afro-amazônicas

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Uma mistura de ritmos e tradições afro-amazônicas vai ocupar o Caramanchão do Chapéu Virado em Mosqueiro (PA). O Festival Afro Maré reúne neste domingo (6), a partir do meio-dia, artistas de diferentes linguagens e culturas. Segundo o criador do projeto, Daniel ADR, busca valorizar as conexões entre território, ancestralidade e música.

“Quando a gente fala de cultura afro, muitas vezes o imaginário vai imediatamente para as manifestações tradicionais ou para as religiões de matriz africana, que são fundamentais, mas a nossa cultura negra também está no hip hop,  na rima, no break,  no tecnobrega, no caribó e em tantas outras expressões que foram construídas e ressignificadas pelo nosso povo.  Então o Afro Maré nasce desse encontro entre a ancestralidade e a contemporaneidade”.

O festival amplia o conceito de cultura afro para além das manifestações religiosas.

Mosqueiro tem população, tem artista, tem juventude, tem terreiros, tem cultura e tem uma produção cultural que acontece o ano inteiro. Quando a gente leva uma programação gratuita desse porte lá para Mosqueiro, a gente também está falando sobre direito à cultura e sobre a descentralização.  A população não pode precisar sempre se deslocar para o centro de Belém para ter acesso a grandes programações.

A programação gratuita no canal Manchão do Chapéu Virado em Mosqueiro conta com shows, DJs, batalhas de rima, apresentações de break e concursos de tecnobrega. 


Fonte: EBC Cultura

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