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No Rio, CCJF promove terceira edição do Mulheres em Cena

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O Centro Cultural Justiça Federal (CCJF), localizado no Rio de Janeiro, realiza, a partir desta terça-feira (3), a terceira edição do Mulheres em Cena, uma série de eventos culturais em homenagem às mulheres, no mês em que se comemora o Dia Internacional da Mulher.

A programação conta com atividades literárias, teatro, música e cinema, abordando temas como memória, ancestralidade, denúncia, afeto e resistência.

Maria de Oliveira, da direção da Divisão de Cultura da instituição, reforça a ideia da mostra:

“O objetivo da mostra é afirmar o protagonismo feminino de uma forma estruturada e também crítica. Não se trata apenas de celebrar, mas de promover reflexões sobre memória, desigualdade, violência, resistência.”

Maria de Oliveira fala também sobre a origem do projeto:

“A mostra nasce de uma equipe de mulheres, sim, trazendo debates contemporâneos e a valorização da presença feminina na cultura. Desde o início, a gente pensa março como um marco na programação anual, mas com a intenção de que esse posicionamento não se encerre no calendário.”

O evento vai até o fim do mês, com algumas atividades pagas e outras gratuitas. A programação completa está no site ccjf.trf2.jus.br.


Fonte: EBC Cultura

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Ouro Negro: espetáculo em Recife celebra os 100 anos de Moacir Santos

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Domingo (18) o palco do Teatro do Parque, em Recife, recebe um espetáculo que celebra o centenário do compositor, maestro, arranjador e multi-instrumentista pernambucano, Moacir Santos.

O musical “Canto e Encanto Pernambuco – Ouro Negro: 100 Anos de Moacir Santos” leva ao palco ritmos afro-brasileiros, influências do sertão e elementos do jazz que tornaram a obra do artista única. Além da música, o texto passeia por momentos marcantes de sua trajetória artística.

Autor do álbum clássico Coisas, lançado em 1965, e primeiro orquestrador negro da Rádio Nacional, Moacir deixou legado que inspirou outras referências da MPB como Baden Powell, João Donato, Sérgio Mendes, Paulinho da Viola e tantos outros.

Sua identidade musical ultrapassou fronteiras e conquistou reconhecimento internacional quando ele passou a morar nos Estados Unidos a partir de 1967. Por lá, lançou álbuns, continuou atuando como professor de música, fazendo parcerias com grandes nomes do jazz e da música instrumental; além de compor trilhas sonoras para filmes de Hollywood nas equipes de maestros como Henry Mancini.

 A montagem do Musical, reunindo mais de 80 jovens e professores, é resultado do trabalho social de iniciação à música do Núcleo Musical Irmã Scheilla desenvolvido pela Fraternidade Espírita Peixotinho desde 2010.

A encenação será às 16h e os ingressos para o espetáculo estão disponíveis na plataforma Sympla.


Fonte: EBC Cultura

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