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Viva Maria destaca tranças como símbolo de resistência negra

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O programa Viva Maria, apresentado por Mara Régia, destaca nesta quarta-feira, 30, a importância das tranças como símbolo de resistência, identidade e autoestima das mulheres negras.

A convidada é Layla Maryzandra Sankara, trancista e mestre em sustentabilidade junto a povos e territórios tradicionais pela Universidade de Brasília.

Ela fala sobre a websérie Tranças no Mapa, que documenta histórias de trancistas negras do Distrito Federal e será exibida em Salvador e São Luís.

A obra propõe o reconhecimento das tranças como patrimônio cultural e instrumento de políticas públicas voltadas às mulheres negras.

O conteúdo estará disponível no site do programa MESPIT da UnB e no perfil @fios.da.ancestralidade no Instagram.




Fonte: EBC Cultura

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Literatura de cordel ganha exposição em Fortaleza

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Histórias de vida, memórias, personagens reais. Todos esses elementos transformados em versos e imagens ligadas a uma das manifestações mais genuínas da cultura nordestina, a Literatura de Cordel. A partir desta quinta-feira (15), a Multigaleria do Centro Cultural Dragão do Mar, que fica na Praia de Iracema, em Fortaleza, receberá a exposição Vidas em Cordel. 

A exposição, coordenada pelo Museu da Pessoa, utiliza versos e imagens em xilogravuras, típicas do movimento cordelista, para materializar as trajetórias pessoais de 30 personalidades de vários segmentos como o direito, a literatura, o ativismo, o trabalho social e as artes. 

Entre os homenageados estão personalidades cearenses como o poeta Geraldo Amâncio; o mestre da fotopintura, Júlio Santos; a sindicalista e educadora Ivânia Maria Alencar; e também Maria da Penha, símbolo do ativismo e da luta contra a violência doméstica.

A proposta parte de um dos princípios que orientam o trabalho do Museu da Pessoa, de que todo ser humano tem uma história importante para contar.

A poesia e as xilogravuras produzidas para a mostra têm referências do movimento cordelista. Klévisson Viana, Rouxinol do Rinaré, Julie Oliveira, Ivonete Morais, Paulo de Tarso e Manoel Inácio integram a lista de quem transformou as histórias em versos. Já as xilogravuras têm os desenhos e a impressão de Maercio Siqueira, Luciana Costa e Cosmo Braz.


Vidas em Cordel . Foto Thaís Diniz/ Divulgação
Vidas em Cordel . Foto Thaís Diniz/ Divulgação

Vidas em Cordel – Thaís Diniz/ Divulgação

Além das histórias transformadas em cordel, o público poderá interagir com uma cabine e percorrer a exposição ao som de uma playlist inspirada na cultura popular brasileira. Ao final da visita, cada pessoa poderá retirar gratuitamente um exemplar de um dos cordéis apresentados na mostra.

O Museu da Pessoa é o maior acervo de histórias de vida do Brasil. O museu virtual e colaborativo foi criado em 1991 e pode ser acessado por meio do endereço museudapessoa.org. Seu acervo reúne atualmente mais de 20 mil histórias e 50 mil imagens que inspiram, provocam e transformam. 

A exposição Vidas em Cordel fica aberta ao público até o dia 19 de dezembro.
 


Fonte: EBC Cultura

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