Mato Grosso

Câmara de Várzea Grande pedirá perícia em áudios atribuídos à prefeita Flávia Moretti

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O presidente da Câmara Municipal de Várzea Grande, Wanderley Cerqueira (MDB), afirmou  durante coletiva a imprensa nesta quarta-feira 22, que o Legislativo irá solicitar uma perícia técnica nos áudios vazados atribuídos à prefeita Flávia Moretti (PL). As gravações, que circulam recentemente, conteriam críticas e acusações direcionadas a vereadores do município.

Segundo Cerqueira, a gravidade do conteúdo exige uma apuração cuidadosa. “Nós vamos tomar uma posição porque os áudios são muito graves”, declarou.

Na última semana, a prefeita Flávia Moretti se manifestou sobre o caso e negou a autenticidade do material. Ela classificou os áudios como resultado de manipulação e de “inconformismo eleitoral” por parte de seus opositores.

A gestora também informou que, durante uma varredura de rotina em seu gabinete, foi encontrado um dispositivo eletrônico suspeito em sua mesa, o que levantou preocupações sobre possível espionagem.

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Governador declara facções criminosas como organizações terroristas

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O governador Otaviano Pivetta enviou, nesta quinta-feira (22.10), projeto de lei à Assembleia Legislativa para declarar facções criminosas, que atuam em Mato Grosso, como organizações terroristas.

Conforme a proposta, as forças de segurança de Mato Grosso poderão estabelecer protocolos específicos para o combate às facções que atuam no Estado.

“Queremos que nossas forças de segurança tenham todos os mecanismos necessários para combater esses criminosos, que na verdade são terroristas. Em Mato Grosso, vamos combater duramente os crimes, com tolerância zero, e não vamos descansar enquanto nossos cidadãos de bem não estiverem seguros, porque nosso trabalho é para dar segurança à nossa população”, afirmou Pivetta.

Inicialmente, a proposta estabelece duas facções como terroristas, mas também estabelece que outras podem ser incluídas no contexto.

O documento reconhece que a atuação das facções não se limita ao território estadual e, por isso, reforça a necessidade de coordenação das forças de segurança em cooperação com agentes nacionais, internacionais e de outros Estados.

O projeto de lei passará por votação pelos deputados estaduais.

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