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Deputado diz que pediu a WF para desistir de disputar o governo e apoiar Pivetta

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Deputado federal Juarez Costa (MDB), que já demonstrou sua simpatia e apoio à pré-candidatura do vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos) para 2026, disse à imprensa que vê a possibilidade de alinhamento do PL com o republicano.

Costa adiantou que conversou ligeiramente com o senador Wellingtn Fagundes (PL) e afirmou que o apoio a Pivetta vem, principalmente, dos prefeitos da sigla. “Eu falei para o Wellington: cara, por que você não conversa com o Pivetta?. Você tem mais quatro anos no Senado. Mas o Pivetta é um cara que dá continuidade ao bom trabalho que está acontecendo, ele é muito competente e capaz”, disse o federal.

“Se você olhar os prefeitos do PL, eles querem o Pivetta, o Abílio Brunini, Cláudio Ferreira, Roberto Dorner e a Flávia Moretti”, emendou sobre os prefeitos de Cuiabá, Rondonópolis, Sinop e Várzea Grande, respectivamente.

Conforme Juarez Costa, “formar uma candidatura majoritária é ouvir muitas vozes. Eu acho que vai haver entendimento…eu vi um Wellington muito tranquilo no avião, quando voltávamos de Brasília. Política é isso: discutido, discutido, mas lá na frente é aquilo e acabou”, completou Juarez Costa.

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Governador declara facções criminosas como organizações terroristas

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O governador Otaviano Pivetta enviou, nesta quinta-feira (22.10), projeto de lei à Assembleia Legislativa para declarar facções criminosas, que atuam em Mato Grosso, como organizações terroristas.

Conforme a proposta, as forças de segurança de Mato Grosso poderão estabelecer protocolos específicos para o combate às facções que atuam no Estado.

“Queremos que nossas forças de segurança tenham todos os mecanismos necessários para combater esses criminosos, que na verdade são terroristas. Em Mato Grosso, vamos combater duramente os crimes, com tolerância zero, e não vamos descansar enquanto nossos cidadãos de bem não estiverem seguros, porque nosso trabalho é para dar segurança à nossa população”, afirmou Pivetta.

Inicialmente, a proposta estabelece duas facções como terroristas, mas também estabelece que outras podem ser incluídas no contexto.

O documento reconhece que a atuação das facções não se limita ao território estadual e, por isso, reforça a necessidade de coordenação das forças de segurança em cooperação com agentes nacionais, internacionais e de outros Estados.

O projeto de lei passará por votação pelos deputados estaduais.

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