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Governo de MT entrega nova praça do Distrito de Bom Jardim, assina ordens de serviço e lança obras em Nobres nesta sexta-feira (5)

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O Governo de Mato Grosso entrega, nesta sexta-feira (5.12), a nova praça do Distrito de Bom Jardim, em Nobres. A agenda do governador Mauro Mendes no município terá início às 15h30, onde também serão assinadas ordens de serviço e lançadas outras obras.

Construída com recursos próprios do Governo do Estado, a nova estrutura da praça recebeu um investimento de R$ 7,8 milhões. O espaço está localizado na esquina da Rua Cajueiro com a MT-241 e conta com playground, academia e quiosques de alimentação. Foi realizado um trabalho de paisagismo para que a área seja um espaço de convivência para moradores e mais uma atração turística.

Durante a visita, também serão assinadas as ordens de serviço para três obras de asfalto novo: pavimentação de 29,3 km e construção de três pontes na MT-351, entre Bom Jardim e a BR-163; asfaltamento das ruas do Distrito; e a pavimentação de 16 km da estrada que dá acesso ao Sesc Serra Azul.

O governador também vai lançar as obras para asfaltar 12 km do acesso a Gruta da Lagoa Azul, autorizar investimento em asfalto urbano na cidade e entregar 265 escrituras definitivas para moradores de Nobres e do Distrito de Bom Jardim.

Confira a agenda:

15h30 – Chegada no Distrito de Bom Jardim, em Nobres
15h40 – Entrega da Praça de Bom Jardim
– Ato de assinatura das ordens de serviço para:
Asfaltamento de 29,3 km da MT-351 e de construção das pontes Rio Quebó (39m), Rio Quebozinho (30m) e Ribeirão Estivador (30m), entre Bom Jardim e a BR-163
Asfaltamento de 16 km da Estrada do Sesc
Asfaltamento de ruas e construção de calçadas e canteiros do Distrito de Bom Jardim
– Lançamento das obras de estruturação e asfaltamento de 12 km do acesso da Gruta Lagoa Azul (MT-241)
– Autorização para assinatura de convênio para asfaltamento de ruas e avenidas de Nobres
– Entrega de 265 escrituras definitivas para moradores de Nobres e do Distrito de Bom Jardim
17h – Retorno para Cuiabá

Fonte: Governo MT – MT

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Bancada de MT no Senado é unânime pelo fim da Escala 6×1

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Os três senadores de Mato Grosso, Carlos Fávaro (PSD), Jayme Campos (União) e Wellington Fagundes (PL), votaram favoráveis à PEC que coloca fim à Escala 6 x 1 de trabalho. A proposta foi aprovada por 75 votos a 1 na noite desta quarta-feira (14) no Senado.

Sem conquistar a reeleição ao Senado no pleito deste ano, Carlos Fávaro declarou que só por votar essa proposta valeu a pena ter sido senador. “É mais dignidade para todos os trabalhadores e trabalhadoras do nosso Brasil”, afirmou nas redes sociais.

Jayme Campos, que não disputou nenhum cargo e encerra o mandato no fim de janeiro, afirmou que a aprovação da PEC garante “dignidade, qualidade de vida e descanso” aos trabalhadores brasileiros. “Como senador de Mato Grosso, fiz questão de estar ao lado dos trabalhadores nessa decisão. Seguimos avançando para transformar essa conquista em realidade”, assinalou.

Líder do bloco Moderador no Senado, o senador Wellington Fagundes havia defendido a liberação da bancada a se posicionar sobre aa proposta. A matéria era considerada polêmica por ser votada às vésperas do 2º turno e colocava em xeque senadores aliados de Flávio Bolsonaro (PL).

“O posicionamento de Rogério Marinho [coordenador da campanha de Flávio] é pela abstenção, mas a maioria da bancada avalia que os senadores devem se posicionar”, declarou Fagundes, antes da votação, ao Jornal O Globo.

A PEC

A PEC do fim da jornada 6×1 altera a Constituição para diminuir as horas de trabalho semanais de 44 para 40 horas. Também estabelece que é necessário garantir dois dias de folga remunerada, um deles preferencialmente aos domingos.

A grande mudança é garantir que os trabalhadores tenham dois dias de descanso semanal sem a possibilidade de redução salarial. Um desses dias deve ser preferencialmente o domingo.

A oposição ao governo Lula tentou alterar a PEC do fim da 6×1 para retirar redução de jornada proporcional para trabalhadores que hoje já trabalham menos de 40 horas por leis específicas. A emenda, no entanto, foi retirada após acordo.

Período de transição

Para que os trabalhadores brasileiros cheguem às 40 horas semanais com dois dias livres, haverá um período de transição.

Se aprovada em segundo turno, a PEC ainda precisa ser promulgada para entrar em vigor. Depois disso, segue o seguinte calendário:

– em dois meses, redução da jornada semanal para 42 horas, com dois dias de repouso semanal remunerado;

– em um ano após esses dois meses, redução da jornada semanal para 40 horas.

A mudança não será aplicada para trabalhadores com ensino superior que ganhem por mês mais de 2,5 vezes o teto do INSS, ou seja, quem ganhe mais de R$ 21.188 por mês.

 

 

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