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Governo de MT melhora educação com nova quadra e creche em Nobres

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O governador Mauro Mendes assinou, nesta sexta-feira (05.12), a ordem de serviço para a construção de uma quadra poliesportiva coberta na Escola Estadual de Tempo Integral Dr. Fábio Silvério de Farias, localizada em Nobres. Também foi anunciada a liberação de recursos para a construção de uma nova creche municipal. As atividades integraram a agenda do governador, da primeira-dama Virginia Mendes e do vice-governador Otaviano Pivetta no município.

Os dois investimentos impactam diretamente a vida de crianças e estudantes de Nobres.

Para a quadra da escola, que atende 143 estudantes do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental, foi assinada a ordem de serviço no valor de R$ 1,4 milhão. O governador Mauro Mendes destacou que o novo espaço permitirá que os alunos tenham mais qualidade nas aulas de Educação Física, atividades esportivas e projetos culturais, em um ambiente adequado e seguro.

“Eu sempre disse que, se o governo não investisse na infraestrutura, as belezas de Nobres ficariam eternamente sendo cantadas em verso e prosa, e o município não iria se desenvolver. Investimos e hoje a cidade tem asfalto, iluminação, água tratada, educação de qualidade e terá muito mais, pois assinamos recursos da ordem de R$ 103 milhões para deixar Nobres ainda mais preparada para seus moradores e para o turismo”, afirmou o governador.

Segundo Mauro Mendes, em breve outros recursos serão destinados à reforma da EMEB Professor Zeferino Leite de Oliveira, além da construção de uma nova escola que irá funcionar na modalidade cívico-militar. No município, a Rede Estadual de Ensino conta atualmente com quatro escolas, sendo uma da modalidade Campo, que juntas atendem 1.652 estudantes.

O governador também autorizou o repasse de R$ 2,8 milhões do Fundo Estadual de Apoio à Melhoria das Condições de Oferta da Educação Infantil e do Ensino Fundamental (FMTE) ao município. O recurso será destinado à construção de uma creche no bairro Jardim Glória, anexa à EMEB Mário Abraão Nassarden.

Além de Nobres, o FMTE está destinando R$ 80,9 milhões a outros 29 municípios mato-grossenses. Os valores estão sendo investidos na construção de 23 novas creches e na retomada de sete obras que estavam paralisadas, garantindo que mais crianças tenham acesso à educação infantil perto de casa.

Para o secretário de Estado de Educação, Alan Porto, a creche é o primeiro passo para que cada criança tenha uma trajetória escolar bem-sucedida.

“É na creche que a criança de zero a três anos encontra estímulos, afeto e uma rotina que ajudam no desenvolvimento cognitivo, emocional e social. Quando a família sabe que o filho está bem cuidado, ela também respira aliviada e consegue seguir a vida com mais tranquilidade”, destacou.

O secretário reforçou que investir na educação infantil é garantir que as etapas seguintes da vida escolar aconteçam com mais qualidade. “É assim que asseguramos educação de qualidade para todas as crianças de Mato Grosso, desde os primeiros anos de vida”, completou.

O prefeito José Domingos Fraga agradeceu os investimentos que o Estado tem feito na infraestrutura do município. “Tínhamos demandas reprimidas em vários setores e o governo nos atendeu prontamente. Essa nova creche, por exemplo, vai atender mais de 150 crianças a partir do segundo semestre de 2026, com acolhimento, bem-estar e alimentação de qualidade.”

Representando a Assembleia Legislativa, o deputado estadual Chico Guarnieri enfatizou que a gestão do governador Mauro Mendes é marcada por realizações. “É um governo que faz e entrega. É um brilhante trabalho”, afirmou.

Também participaram da solenidade o secretário-chefe da Casa Civil, Fábio Garcia; a senadora Margareth Buzetti; os deputados estaduais Max Russi e Paulo Araújo, além de outras autoridades.

Fonte: Governo MT – MT

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Bancada de MT no Senado é unânime pelo fim da Escala 6×1

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Os três senadores de Mato Grosso, Carlos Fávaro (PSD), Jayme Campos (União) e Wellington Fagundes (PL), votaram favoráveis à PEC que coloca fim à Escala 6 x 1 de trabalho. A proposta foi aprovada por 75 votos a 1 na noite desta quarta-feira (14) no Senado.

Sem conquistar a reeleição ao Senado no pleito deste ano, Carlos Fávaro declarou que só por votar essa proposta valeu a pena ter sido senador. “É mais dignidade para todos os trabalhadores e trabalhadoras do nosso Brasil”, afirmou nas redes sociais.

Jayme Campos, que não disputou nenhum cargo e encerra o mandato no fim de janeiro, afirmou que a aprovação da PEC garante “dignidade, qualidade de vida e descanso” aos trabalhadores brasileiros. “Como senador de Mato Grosso, fiz questão de estar ao lado dos trabalhadores nessa decisão. Seguimos avançando para transformar essa conquista em realidade”, assinalou.

Líder do bloco Moderador no Senado, o senador Wellington Fagundes havia defendido a liberação da bancada a se posicionar sobre aa proposta. A matéria era considerada polêmica por ser votada às vésperas do 2º turno e colocava em xeque senadores aliados de Flávio Bolsonaro (PL).

“O posicionamento de Rogério Marinho [coordenador da campanha de Flávio] é pela abstenção, mas a maioria da bancada avalia que os senadores devem se posicionar”, declarou Fagundes, antes da votação, ao Jornal O Globo.

A PEC

A PEC do fim da jornada 6×1 altera a Constituição para diminuir as horas de trabalho semanais de 44 para 40 horas. Também estabelece que é necessário garantir dois dias de folga remunerada, um deles preferencialmente aos domingos.

A grande mudança é garantir que os trabalhadores tenham dois dias de descanso semanal sem a possibilidade de redução salarial. Um desses dias deve ser preferencialmente o domingo.

A oposição ao governo Lula tentou alterar a PEC do fim da 6×1 para retirar redução de jornada proporcional para trabalhadores que hoje já trabalham menos de 40 horas por leis específicas. A emenda, no entanto, foi retirada após acordo.

Período de transição

Para que os trabalhadores brasileiros cheguem às 40 horas semanais com dois dias livres, haverá um período de transição.

Se aprovada em segundo turno, a PEC ainda precisa ser promulgada para entrar em vigor. Depois disso, segue o seguinte calendário:

– em dois meses, redução da jornada semanal para 42 horas, com dois dias de repouso semanal remunerado;

– em um ano após esses dois meses, redução da jornada semanal para 40 horas.

A mudança não será aplicada para trabalhadores com ensino superior que ganhem por mês mais de 2,5 vezes o teto do INSS, ou seja, quem ganhe mais de R$ 21.188 por mês.

 

 

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