Mato Grosso
Mauro defende participação de Max Russi nas negociações da aliança pela reeleição de Pivetta
Mato Grosso
O ex-governador Mauro Mendes (União), candidato ao Senado, defendeu que o presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), Max Russi (Podemos), participe diretamente das negociações para a formação da aliança em torno da candidatura à reeleição do governador Otaviano Pivetta (Republicanos).
A manifestação ocorre após Max afirmar que ainda não encontrou espaço para dialogar com o grupo governista sobre uma possível composição. Com a decisão do União Brasil de rejeitar a candidatura de Jayme Campos ao Governo e apoiar Pivetta, a expectativa é que novas conversas sejam abertas com o Podemos.
“É uma liderança, está sendo ouvida, será ouvida e tem que estar à mesa para discutir a condução do Estado de Mato Grosso. Foi nosso parceiro durante sete anos e três meses, e tenho certeza de que quer continuar sendo parceiro de Mato Grosso e do bom governo que precisamos para manter o Estado no caminho certo”, afirmou Mauro.
O Podemos ganhou importância nas articulações para a disputa pelo Palácio Paiaguás por projetar a eleição de uma das maiores bancadas de deputados estaduais e federais. Com esse peso político, Max tenta negociar a indicação do candidato a vice-governador. O PL, que lançou Wellington Fagundes ao Governo, também oferece a vaga de vice em busca do apoio do partido.
“O deputado Max é uma grande liderança no Estado de Mato Grosso. É presidente da Assembleia Legislativa e também preside o Podemos, que possui uma excelente chapa de deputados estaduais e deve formar uma das maiores bancadas nesta eleição”, concluiu.
Cuiabá
Governador declara facções criminosas como organizações terroristas
O governador Otaviano Pivetta enviou, nesta quinta-feira (22.10), projeto de lei à Assembleia Legislativa para declarar facções criminosas, que atuam em Mato Grosso, como organizações terroristas.
Conforme a proposta, as forças de segurança de Mato Grosso poderão estabelecer protocolos específicos para o combate às facções que atuam no Estado.
“Queremos que nossas forças de segurança tenham todos os mecanismos necessários para combater esses criminosos, que na verdade são terroristas. Em Mato Grosso, vamos combater duramente os crimes, com tolerância zero, e não vamos descansar enquanto nossos cidadãos de bem não estiverem seguros, porque nosso trabalho é para dar segurança à nossa população”, afirmou Pivetta.
Inicialmente, a proposta estabelece duas facções como terroristas, mas também estabelece que outras podem ser incluídas no contexto.
O documento reconhece que a atuação das facções não se limita ao território estadual e, por isso, reforça a necessidade de coordenação das forças de segurança em cooperação com agentes nacionais, internacionais e de outros Estados.
O projeto de lei passará por votação pelos deputados estaduais.
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