Mato Grosso
Operação Lei Seca resulta em seis presos por embriaguez ao volante e 47 veículos removidos
Mato Grosso
A 33ª edição da Operação Lei Seca em Várzea Grande resultou na prisão de seis motoristas por embriaguez ao volante e na remoção de 47 veículos. A operação ocorreu no fim da tarde deste domingo (21.9), na Avenida Frei Coimbra, no bairro Jardim Ouro Branco.
No total, foram realizados 147 testes de alcoolemia e confeccionados 104 Autos de Infração de Trânsito (AIT). Das infrações, 32 foram por conduzir veículo sem registro ou não licenciado, 22 por dirigir sem Carteira Nacional de Habilitação (CNH), 17 por conduzir sob efeito de álcool, seis por recusar o teste de alcoolemia, e 27 por outras infrações.
Na fiscalização, três dos seis motoristas foram presos com agravante por não possuir Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Durante a ação, 143 veículos foram fiscalizados, sendo 23 autuados.
A Operação Lei Seca é realizada pela Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT), sob a coordenadoria do Gabinete de Gestão Integrada (GGI), com as equipes do Batalhão de Trânsito (BPMTran), Delegacia de Trânsito (Deletran) da Polícia Judiciária Civil, Departamento Estadual de Trânsito (Detran), Guarda Municipal, Corpo de Bombeiros (CBM-MT), Polícia Penal e Sistema Socioeducativo.
*Sob supervisão de Fabiana Mendes
Fonte: Governo MT – MT
Cuiabá
Governador declara facções criminosas como organizações terroristas
O governador Otaviano Pivetta enviou, nesta quinta-feira (22.10), projeto de lei à Assembleia Legislativa para declarar facções criminosas, que atuam em Mato Grosso, como organizações terroristas.
Conforme a proposta, as forças de segurança de Mato Grosso poderão estabelecer protocolos específicos para o combate às facções que atuam no Estado.
“Queremos que nossas forças de segurança tenham todos os mecanismos necessários para combater esses criminosos, que na verdade são terroristas. Em Mato Grosso, vamos combater duramente os crimes, com tolerância zero, e não vamos descansar enquanto nossos cidadãos de bem não estiverem seguros, porque nosso trabalho é para dar segurança à nossa população”, afirmou Pivetta.
Inicialmente, a proposta estabelece duas facções como terroristas, mas também estabelece que outras podem ser incluídas no contexto.
O documento reconhece que a atuação das facções não se limita ao território estadual e, por isso, reforça a necessidade de coordenação das forças de segurança em cooperação com agentes nacionais, internacionais e de outros Estados.
O projeto de lei passará por votação pelos deputados estaduais.
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