Mato Grosso

Operação Lei Seca resulta na prisão de 14 condutores em Cuiabá

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Mato Grosso

A 1ª edição da Operação Lei Seca realizada noite desta quinta-feira (8.1), resultou na prisão de 14 condutores, sendo 13 por embriaguez ao volante, durante ação realizada na Avenida Carmindo de Campos, bairro Grande Terceiro em Cuiabá.

De acordo com o relatório, a operação somou 129 veículos fiscalizados e 138 testes de alcoolemia, o que culminou na remoção de 34 veículos, sendo 10 carros e 24 motocicletas.

Dentre os presos, estão 13 presos por embriaguez, sendo um com agravante por não possuir CNH. Além disso, uma pessoa foi presa por suspeita adulterar sinais identificadores de veículo.

Foram expedidos 70 Autos de Infração de Trânsito (AIT), sendo 18 por consumo de bebida alcoólica, 11 por recusar-se a realizar o teste de alcoolemia, nove sem possuir CNH e 20 por irregularidades na documentação do veículo.

Operação Lei Seca

A Operação Lei Seca é uma ação coordenada pelo Gabinete de Gestão Integrada (GGI) com apoio do Batalhão de Trânsito (BPMTran), Delegacia de Trânsito, Departamento de Trânsito, Sistema Socioeducativo, Policial Penal, Corpo de Bombeiros, Politec e Secretaria de Mobilidade Urbana de Cuiabá.

*Sob supervisão de Willian Silva

Fonte: Governo MT – MT

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Cuiabá

Governador declara facções criminosas como organizações terroristas

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O governador Otaviano Pivetta enviou, nesta quinta-feira (22.10), projeto de lei à Assembleia Legislativa para declarar facções criminosas, que atuam em Mato Grosso, como organizações terroristas.

Conforme a proposta, as forças de segurança de Mato Grosso poderão estabelecer protocolos específicos para o combate às facções que atuam no Estado.

“Queremos que nossas forças de segurança tenham todos os mecanismos necessários para combater esses criminosos, que na verdade são terroristas. Em Mato Grosso, vamos combater duramente os crimes, com tolerância zero, e não vamos descansar enquanto nossos cidadãos de bem não estiverem seguros, porque nosso trabalho é para dar segurança à nossa população”, afirmou Pivetta.

Inicialmente, a proposta estabelece duas facções como terroristas, mas também estabelece que outras podem ser incluídas no contexto.

O documento reconhece que a atuação das facções não se limita ao território estadual e, por isso, reforça a necessidade de coordenação das forças de segurança em cooperação com agentes nacionais, internacionais e de outros Estados.

O projeto de lei passará por votação pelos deputados estaduais.

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