Cuiabá

Paula Calil propõe dar nome de Lauristela Guimarães à Sala de Imprensa da Câmara de Cuiabá

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LEGADO NO JORNALISMO

No dia em que a jornalista Lauristela Guimarães Araújo completaria 62 anos, nesta terça-feira (13), a presidente da Câmara Municipal de Cuiabá, vereadora Paula Calil (PL), apresentou uma homenagem à profissional que marcou a história da comunicação em Mato Grosso. O Projeto de Resolução nº 52.208/2026, lido durante a sessão ordinária desta terça-feira, propõe que a Sala de Imprensa do Legislativo passe a se chamar “Sala de Imprensa Jornalista Lauristela Guimarães”.

Falecida em 9 de março de 2026, Lauristela construiu uma trajetória reconhecida no jornalismo mato-grossense, com passagens pela Rádio Vila Real, pelo jornal O Estado de Mato Grosso, pela TV Brasil Oeste e pelo Grupo Gazeta de Comunicação.

Idealizadora da Revista Camalote, publicação bilíngue de circulação internacional, também contribuiu para a divulgação do turismo, das riquezas naturais e da identidade cultural de Mato Grosso. Sua atuação foi marcada pela valorização da cultura regional e pela divulgação de temas sociais e ambientais.

A iniciativa da chefe do Legislativo cuiabano busca preservar a memória da jornalista em um espaço diretamente ligado à atividade que marcou sua vida profissional, reconhecendo sua contribuição à informação, à cultura e à identidade mato-grossense.

Após a aprovação do projeto, a homenagem poderá ser oficializada, eternizando o nome de Lauristela Guimarães na Sala de Imprensa da Câmara Municipal de Cuiabá. A solenidade contará com a presença de familiares da jornalista, e a data oficial será divulgada posteriormente.

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Gisela deixa cargo em secretaria em aberto e condiciona decisão à transição

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A vice-governadora eleita de Mato Grosso, Gisela Simona (União Brasil), ainda não definiu qual será sua função na próxima gestão de Otaviano Pivetta (Republicanos). Ela não descarta assumir uma secretaria estadual, mas afirma que qualquer decisão dependerá da análise das necessidades do governo durante o período de transição.

Em entrevista ao programa Roda de Entrevista, Gisela explicou que uma comissão deverá avaliar o funcionamento das pastas, identificar os resultados positivos e apontar os setores que precisam de mudanças. O trabalho deve começar após o segundo turno das eleições presidenciais.

Segundo ela, a proposta é contribuir para a construção de uma administração alinhada ao perfil de Pivetta, considerando os resultados alcançados nos últimos anos e os desafios que ainda precisam ser enfrentados.

“Diante desse levantamento, que vou estar junto a essa comissão, é que a gente vai definir onde a gente pode ser mais importante para a governança”, afirmou.

Embora tenha defendido maior protagonismo durante a campanha, Gisela adotou cautela ao falar sobre a possibilidade de comandar uma secretaria. A vice-governadora eleita ressaltou que não há, até o momento, um acordo fechado sobre a função que poderá exercer além das atribuições próprias do cargo.

Ao comentar a experiência de Pivetta como vice-governador de Mauro Mendes, Gisela destacou que ele conseguiu contribuir com a administração sem necessariamente assumir o comando de uma pasta. Para ela, a atuação na próxima gestão deverá considerar as características de cada integrante do Executivo.

“Às vezes pode ser que, diante da transição e diante do que a gente observar, pode ser que seja necessário, mas não tem nada construído ainda”, declarou.

Gisela foi escolhida para compor a chapa de Pivetta após mudanças nas articulações políticas que antecederam a eleição. A futura vice-governadora afirmou que pretende participar da avaliação da máquina pública antes de definir como poderá colaborar com a nova administração.

A composição do secretariado e a distribuição das funções no governo, portanto, seguem em aberto. A expectativa é que as definições avancem após o diagnóstico da equipe de transição, levando em conta as prioridades e as necessidades identificadas em cada área.

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