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Pesquisa IDOC mostra Flávia Moretti com 70,5% de aprovação e consolida virada política em Várzea Grande

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Levantamento realizado pelo Instituto IDOC aponta que a prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti (PL), alcançou 70,5% de aprovação popular, marcando um cenário inédito no município. É a primeira vez que uma gestora fora do grupo político da família Campos atinge um índice tão elevado, reforçando a mudança de ciclo no segundo maior colégio eleitoral de Mato Grosso.

Segundo a pesquisa, 60,3% dos moradores aprovam a administração da prefeita. Metade dos entrevistados classifica o governo como regular, enquanto 20,5% avaliam a gestão como boa ou ótima. A rejeição aparece em 29,5% das respostas, somando aqueles que consideram a administração ruim ou péssima.

Mesmo diante de desafios históricos na área de infraestrutura, Flávia mantém uma imagem positiva entre mulheres, jovens e empresários, segmentos que lideram sua taxa de aprovação.

Para o diretor do Instituto IDOC, Maksuês Leite, os números refletem uma mudança significativa no comportamento do eleitorado várzea-grandense. De acordo com a avaliação técnica, nenhum nome da oposição obteve desempenho relevante no primeiro ano da atual gestão, e o eleitor demonstra disposição para renovar suas preferências caso a administração não corresponda às expectativas.
A pesquisa ouviu 400 pessoas nas quatro regiões de Várzea Grande entre 8 e 11 de novembro. Com margem de erro de 4 pontos percentuais, o estudo tem nível de confiança de 95%.

 

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Governador declara facções criminosas como organizações terroristas

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O governador Otaviano Pivetta enviou, nesta quinta-feira (22.10), projeto de lei à Assembleia Legislativa para declarar facções criminosas, que atuam em Mato Grosso, como organizações terroristas.

Conforme a proposta, as forças de segurança de Mato Grosso poderão estabelecer protocolos específicos para o combate às facções que atuam no Estado.

“Queremos que nossas forças de segurança tenham todos os mecanismos necessários para combater esses criminosos, que na verdade são terroristas. Em Mato Grosso, vamos combater duramente os crimes, com tolerância zero, e não vamos descansar enquanto nossos cidadãos de bem não estiverem seguros, porque nosso trabalho é para dar segurança à nossa população”, afirmou Pivetta.

Inicialmente, a proposta estabelece duas facções como terroristas, mas também estabelece que outras podem ser incluídas no contexto.

O documento reconhece que a atuação das facções não se limita ao território estadual e, por isso, reforça a necessidade de coordenação das forças de segurança em cooperação com agentes nacionais, internacionais e de outros Estados.

O projeto de lei passará por votação pelos deputados estaduais.

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