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Polícia Civil prende casal de traficantes que mantinha comércio de drogas em Nobres

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Um casal de traficantes responsável por um comércio de drogas em Nobres foi preso em flagrante pela Polícia Civil, nesta segunda-feira (29.12), em ação realizada pelos policiais civis do município, após recebimento de denúncias.

Além da prisão dos suspeitos, sendo o homem de 22 e a mulher de 30, a ação resultou na apreensão de entorpecentes, apetrechos relacionados ao tráfico e dinheiro. Os suspeitos, que já possuíam passagens anteriores por tráfico de drogas, foram novamente autuados em flagrante pelo crime.

As investigações iniciaram após os policiais da Delegacia de Nobres receberem informações sobre uma residência no bairro, Jardim Petrópolis, onde era realizado o comércio de entorpecentes. Com base na denúncia, os policiais passaram a monitorar o local, constatando a movimentação típica de ponto de venda de drogas.

Diante das fundadas suspeitas, os policiais realizaram a abordagem no local, onde encontraram diversas porções de pasta base de cocaína, vidro de lança-perfume, duas balanças de precisão, valores em dinheiro e quatro aparelhos celulares.

Os dois suspeitos foram conduzidos à Delegacia de Nobres, onde após serem interrogados pelo delegado Marcus Vinícius Ferreira da Silva, foram autuados em flagrante por tráfico de drogas e associação para o tráfico, sendo posteriormente colocados à disposição da Justiça.

Fonte: Governo MT – MT

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Bancada de MT no Senado é unânime pelo fim da Escala 6×1

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Os três senadores de Mato Grosso, Carlos Fávaro (PSD), Jayme Campos (União) e Wellington Fagundes (PL), votaram favoráveis à PEC que coloca fim à Escala 6 x 1 de trabalho. A proposta foi aprovada por 75 votos a 1 na noite desta quarta-feira (14) no Senado.

Sem conquistar a reeleição ao Senado no pleito deste ano, Carlos Fávaro declarou que só por votar essa proposta valeu a pena ter sido senador. “É mais dignidade para todos os trabalhadores e trabalhadoras do nosso Brasil”, afirmou nas redes sociais.

Jayme Campos, que não disputou nenhum cargo e encerra o mandato no fim de janeiro, afirmou que a aprovação da PEC garante “dignidade, qualidade de vida e descanso” aos trabalhadores brasileiros. “Como senador de Mato Grosso, fiz questão de estar ao lado dos trabalhadores nessa decisão. Seguimos avançando para transformar essa conquista em realidade”, assinalou.

Líder do bloco Moderador no Senado, o senador Wellington Fagundes havia defendido a liberação da bancada a se posicionar sobre aa proposta. A matéria era considerada polêmica por ser votada às vésperas do 2º turno e colocava em xeque senadores aliados de Flávio Bolsonaro (PL).

“O posicionamento de Rogério Marinho [coordenador da campanha de Flávio] é pela abstenção, mas a maioria da bancada avalia que os senadores devem se posicionar”, declarou Fagundes, antes da votação, ao Jornal O Globo.

A PEC

A PEC do fim da jornada 6×1 altera a Constituição para diminuir as horas de trabalho semanais de 44 para 40 horas. Também estabelece que é necessário garantir dois dias de folga remunerada, um deles preferencialmente aos domingos.

A grande mudança é garantir que os trabalhadores tenham dois dias de descanso semanal sem a possibilidade de redução salarial. Um desses dias deve ser preferencialmente o domingo.

A oposição ao governo Lula tentou alterar a PEC do fim da 6×1 para retirar redução de jornada proporcional para trabalhadores que hoje já trabalham menos de 40 horas por leis específicas. A emenda, no entanto, foi retirada após acordo.

Período de transição

Para que os trabalhadores brasileiros cheguem às 40 horas semanais com dois dias livres, haverá um período de transição.

Se aprovada em segundo turno, a PEC ainda precisa ser promulgada para entrar em vigor. Depois disso, segue o seguinte calendário:

– em dois meses, redução da jornada semanal para 42 horas, com dois dias de repouso semanal remunerado;

– em um ano após esses dois meses, redução da jornada semanal para 40 horas.

A mudança não será aplicada para trabalhadores com ensino superior que ganhem por mês mais de 2,5 vezes o teto do INSS, ou seja, quem ganhe mais de R$ 21.188 por mês.

 

 

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