Mato Grosso

Prefeito de Primavera, Sérgio Machnic, afirma que vai apoiar Mauro Mendes mesmo após ultimato do PL

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O prefeito de Primavera do Leste, Sérgio Machnic (PL), afirmou que vai manter o apoio ao governador Mauro Mendes (União) e ao deputado federal José Medeiros (PL) mesmo após o presidente nacional do partido, Waldemar Costa Neto, dar um ultimato aos filiados que rejeitam a aliança entre PL e MDB em Mato Grosso para apoiar Janaína Riva (MDB ao Senado.

Durante coletiva, Machnic foi questionado sobre a declaração de Waldemar de que quem não seguir a decisão do partido poderá ser expulso. O prefeito respondeu que não teme a possibilidade.

“Se quiser expulsar, fica à vontade. Não tenho problema nenhum com isso”, afirmou. Ele ainda disse que, mesmo se houver um pedido do ex-presidente Jair Bolsonaro ou do senador Flávio Bolsonaro, não mudará sua posição.

A declaração reforça o racha dentro do PL em Mato Grosso, que ganhou força após o prefeito de Cuiabá, Abílio Brunini, também entrar na mira da direção nacional por rejeitar o acordo com o MDB. Assim como Abílio, Machnic deixou claro que pretende manter seu posicionamento, mesmo que isso resulte em sua saída do partido.

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Cuiabá

Governador declara facções criminosas como organizações terroristas

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O governador Otaviano Pivetta enviou, nesta quinta-feira (22.10), projeto de lei à Assembleia Legislativa para declarar facções criminosas, que atuam em Mato Grosso, como organizações terroristas.

Conforme a proposta, as forças de segurança de Mato Grosso poderão estabelecer protocolos específicos para o combate às facções que atuam no Estado.

“Queremos que nossas forças de segurança tenham todos os mecanismos necessários para combater esses criminosos, que na verdade são terroristas. Em Mato Grosso, vamos combater duramente os crimes, com tolerância zero, e não vamos descansar enquanto nossos cidadãos de bem não estiverem seguros, porque nosso trabalho é para dar segurança à nossa população”, afirmou Pivetta.

Inicialmente, a proposta estabelece duas facções como terroristas, mas também estabelece que outras podem ser incluídas no contexto.

O documento reconhece que a atuação das facções não se limita ao território estadual e, por isso, reforça a necessidade de coordenação das forças de segurança em cooperação com agentes nacionais, internacionais e de outros Estados.

O projeto de lei passará por votação pelos deputados estaduais.

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