Mato Grosso

Quatro são presos e 45 motocicletas são removidas durante Operação Lei Seca em Cuiabá

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Quatro condutores foram presos e 45 veículos foram removidos durante a Operação Lei Seca voltada a fiscalização de motocicletas, na noite desta quinta-feira (9.10), na Avenida Parque do Barbado, no bairro Jardim Renascer, em Cuiabá.

Dos presos, três foram por adulteração de sinal identificador de veículo, sendo que dois deles ainda não tinham Carteira Nacional de Habilitação. O quarto detido estava em posse de drogas e sob efeito de álcool ou outra substância psicoativa.

Segundo o relatório do Gabinete de Gestão Integrada (GGI), dos 49 autos de infração de trânsito confeccionados, 18 foram contra condutores que conduziam veículo não licenciado, 13 foram confeccionadas contra condutores que não possuíam CNH e 16 por infrações diversas.

Nesta edição, foram fiscalizadas 92 motocicletas, das quais 55 foram autuadas. Também foram realizados 32 testes de alcoolemia.

A Operação Tolerância Zero é coordenada pelo GGI e contou com o apoio do Batalhão de Trânsito da Polícia Militar (BPMTran), da Delegacia Especializada em Delitos de Trânsito (Deletran), do Departamento Estadual de Trânsito (Detran), Corpo de Bombeiros (CBM), da Polícia Penal, do Sistema Socioeducativo e da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec).

Fonte: Governo MT – MT

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Cuiabá

Governador declara facções criminosas como organizações terroristas

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O governador Otaviano Pivetta enviou, nesta quinta-feira (22.10), projeto de lei à Assembleia Legislativa para declarar facções criminosas, que atuam em Mato Grosso, como organizações terroristas.

Conforme a proposta, as forças de segurança de Mato Grosso poderão estabelecer protocolos específicos para o combate às facções que atuam no Estado.

“Queremos que nossas forças de segurança tenham todos os mecanismos necessários para combater esses criminosos, que na verdade são terroristas. Em Mato Grosso, vamos combater duramente os crimes, com tolerância zero, e não vamos descansar enquanto nossos cidadãos de bem não estiverem seguros, porque nosso trabalho é para dar segurança à nossa população”, afirmou Pivetta.

Inicialmente, a proposta estabelece duas facções como terroristas, mas também estabelece que outras podem ser incluídas no contexto.

O documento reconhece que a atuação das facções não se limita ao território estadual e, por isso, reforça a necessidade de coordenação das forças de segurança em cooperação com agentes nacionais, internacionais e de outros Estados.

O projeto de lei passará por votação pelos deputados estaduais.

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