Mato Grosso
Saiba quem são os deputados quem votaram a favor e contra aumento para Judiciário
Mato Grosso
Apenas quatro deputados estaduais votaram contra o reajuste de 6,8% aos servidores do Poder Judiciário na sessão desta quarta-feira (19). Foram os parlamentares Beto Dois a Um (PSB), Dilmar Dal Bosco (União), Chico Guarnieri (PRD) e Valmir Moretto (Republicanos).
Apesar dos votos contrários, o aumento foi aprovado pela maioria. Os deputados que votaram a favor foram Lúdio Cabral (PT), Janaina Riva (MDB), Valdir Barranco (PT), Eduardo Botelho (União), Wilson Santos (PSD), Júlio Campos (União), Gilberto Cattani (PL), Faissal Calil (Cidadania), Silvano Amaral (MDB), Dr João (MDB), Diego Guimarães (Republicanos), Carlos Avallone (PSDB), Fábio Tardin (PSB), Paulo Araújo (PP) e Dr. Eugênio (PSB).
O presidente Max Russi (PSB) só votaria em caso de empate, mas não foi necessário.
Agora, o projeto vai à sanção do governador Mauro Mendes (União) que já sinalizou que vetará com base em parecer da ProcuradoriaGeral do Estado (PGE). O gestor terá 15 dias para isso.
O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), sob o comando do desembargador José Zuquim, encaminhou à Assembleia Legislativa (ALMT) a proposta de aumento salarial dos servidores efetivos que compõem o órgão, ainda em outubro deste ano, sugerindo acréscimo de 6,8% nos vencimentos dos trabalhadores concursados.
A correção contemplará aproximadamente 3,5 mil servidores, com impacto estimado de R$ 42 milhões apenas em 2025.
Contudo, o Governo do Estado afirma que isso pode gerar um efeito cascata com servidores do Legislativo e Executivo também requerendo o aumento.
Cuiabá
Governador declara facções criminosas como organizações terroristas
O governador Otaviano Pivetta enviou, nesta quinta-feira (22.10), projeto de lei à Assembleia Legislativa para declarar facções criminosas, que atuam em Mato Grosso, como organizações terroristas.
Conforme a proposta, as forças de segurança de Mato Grosso poderão estabelecer protocolos específicos para o combate às facções que atuam no Estado.
“Queremos que nossas forças de segurança tenham todos os mecanismos necessários para combater esses criminosos, que na verdade são terroristas. Em Mato Grosso, vamos combater duramente os crimes, com tolerância zero, e não vamos descansar enquanto nossos cidadãos de bem não estiverem seguros, porque nosso trabalho é para dar segurança à nossa população”, afirmou Pivetta.
Inicialmente, a proposta estabelece duas facções como terroristas, mas também estabelece que outras podem ser incluídas no contexto.
O documento reconhece que a atuação das facções não se limita ao território estadual e, por isso, reforça a necessidade de coordenação das forças de segurança em cooperação com agentes nacionais, internacionais e de outros Estados.
O projeto de lei passará por votação pelos deputados estaduais.
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