Mato Grosso

Seminário da Undime debate inclusão e equidade nas escolas públicas de Mato Grosso

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A Secretaria de Estado de Educação de Mato Grosso (Seduc-MT) participa, desta terça-feira (30.9) até o dia 2 de outubro, do Seminário Estadual da Educação Infantil – Os Desafios da Inclusão, no Hotel Fazenda Mato Grosso.

Realizado pela União dos Dirigentes Municipais de Educação de Mato Grosso (Undime-MT), o encontro tem o objetivo de promover a equidade, combater a exclusão e assegurar o acesso a uma educação de qualidade, aos estudantes, respeitando a individualidade e promovendo a participação ativa na vida escolar.

A programação contará com profissionais da Educação Infantil e especialistas em Educação Inclusiva. No encontro, também haverá momentos de diálogos para que os participantes possam contribuir entre si para oferecer o melhor atendimento as crianças da Primeira Infância.

A Undime defende que é fundamental que professores recebam formação contínua e que a gestão escolar valorize a apoie práticas inclusivas.

O evento busca debater e refletir a Resolução CNE/CEB nº 1/2024, que aborda as Diretrizes Operacionais Nacionais de Qualidade e Equidade para a Educação Infantil e que devem ser implementadas em todo o país.

As Diretrizes também buscam garantir uma gestão eficiente, com infraestrutura adequada, ambientes de aprendizagem acolhedores, processos pedagógicos eficazes e outras condições que favoreçam o desenvolvimento de crianças de 0 a 5 anos e 11 meses.

O Encontro vai reunir Dirigentes Municipais de Educação, Equipe Diretiva, Gestores Escolares e profissionais da Educação Infantil.

Fonte: Governo MT – MT

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Governador declara facções criminosas como organizações terroristas

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O governador Otaviano Pivetta enviou, nesta quinta-feira (22.10), projeto de lei à Assembleia Legislativa para declarar facções criminosas, que atuam em Mato Grosso, como organizações terroristas.

Conforme a proposta, as forças de segurança de Mato Grosso poderão estabelecer protocolos específicos para o combate às facções que atuam no Estado.

“Queremos que nossas forças de segurança tenham todos os mecanismos necessários para combater esses criminosos, que na verdade são terroristas. Em Mato Grosso, vamos combater duramente os crimes, com tolerância zero, e não vamos descansar enquanto nossos cidadãos de bem não estiverem seguros, porque nosso trabalho é para dar segurança à nossa população”, afirmou Pivetta.

Inicialmente, a proposta estabelece duas facções como terroristas, mas também estabelece que outras podem ser incluídas no contexto.

O documento reconhece que a atuação das facções não se limita ao território estadual e, por isso, reforça a necessidade de coordenação das forças de segurança em cooperação com agentes nacionais, internacionais e de outros Estados.

O projeto de lei passará por votação pelos deputados estaduais.

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