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Sérgio Ricardo toma posse para novo mandato na presidência do TCE

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O presidente do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), conselheiro Sérgio Ricardo, tomou posse para mais um mandato à frente da instituição durante sessão especial hoje (4). Reconduzido ao cargo para o biênio 2026/2027, ele presidirá a 58ª Mesa Diretora, composta também pelos conselheiros Waldir Teis, como vice-presidente, e Guilherme Antonio Maluf, como corregedor-geral.

“Meu compromisso é continuar trabalhando, ajudando a construir um Mato Grosso melhor. Estamos fazendo história, orientando pessoas e mostrando como se pode auxiliar a construir um estado com políticas públicas, não ficando apenas no papel de fiscalizador. Um dia isso será lembrado como fundamental para o crescimento de uma das regiões mais fantásticas do Brasil, que é Mato Grosso”, afirmou Sérgio Ricardo.

 

O presidente também agradeceu à família, aos colegas conselheiros e ao corpo de servidores. “O Tribunal evoluiu e vem tendo cada dia mais respeito da sociedade mato-grossense pelo trabalho que faz e pelas discussões sobre as desigualdades. Eu sou apenas uma parte desse trabalho, mas, juntando-me a todos os senhores e senhoras, fazemos parte de um grande todo, de um Tribunal que é motivo de orgulho para o País.”

 

A eleição, realizada em junho, foi unânime e marcou a primeira reeleição na história do Tribunal. O novo mandato, que terá início em 1º de janeiro de 2026, reafirma a confiança dos pares na condução de Sérgio Ricardo. Essa continuidade foi destacada durante a solenidade de posse, quando os conselheiros parabenizaram o presidente pela recondução e ressaltaram a relevância do trabalho desenvolvido à frente do órgão.

 

“O presidente tem feito um grande trabalho pela nossa instituição, um trabalho eficiente, efetivo e que vem sendo reconhecido pela sociedade mato-grossense e por todo o sistema dos Tribunais de Contas”, disse José Carlos Novelli. “Tenho certeza de que o senhor fará uma gestão ainda melhor do que a que já vem praticando”, acrescentou Maluf.

 

Os cumprimentos se estenderam a toda mesa diretora. “Desejo que as novas gestões sejam profícuas, iguais ou até melhores do que já estão sendo”, afirmou Valter Albano. “Cumprimento o presidente pela recondução, assim como o conselheiro Waldir Teis por assumir a vice-presidência e o conselheiro Guilherme Maluf pela Corregedoria. Boa sorte a todos e que Deus continue os iluminando”, salientou Campos Neto.

O procurador-geral do Ministério Público de Contas (MPC), Alisson Carvalho de Alencar, também destacou os avanços institucionais alcançados na atual gestão. “O Tribunal se tornou a casa dos gestores públicos, se aproximou da sociedade e foi inserido no centro dos grandes assuntos relevantes do estado. Então, conte com o MPC no seu novo mandato. E que esse Tribunal continue sendo motor de desenvolvimento para Mato Grosso.”

Ao agradecer aos pares, o vice-presidente empossado, conselheiro Waldir Teis, reafirmou estar à disposição para contribuir com o avanço da instituição e da gestão pública mato-grossense. “Esta é uma Casa que tem condições de contribuir muito com o estado, como sempre contribuiu, fazendo muito pela implementação de políticas públicas e para que o gestor faça suas aquisições com mais cuidado.”

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Governador declara facções criminosas como organizações terroristas

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O governador Otaviano Pivetta enviou, nesta quinta-feira (22.10), projeto de lei à Assembleia Legislativa para declarar facções criminosas, que atuam em Mato Grosso, como organizações terroristas.

Conforme a proposta, as forças de segurança de Mato Grosso poderão estabelecer protocolos específicos para o combate às facções que atuam no Estado.

“Queremos que nossas forças de segurança tenham todos os mecanismos necessários para combater esses criminosos, que na verdade são terroristas. Em Mato Grosso, vamos combater duramente os crimes, com tolerância zero, e não vamos descansar enquanto nossos cidadãos de bem não estiverem seguros, porque nosso trabalho é para dar segurança à nossa população”, afirmou Pivetta.

Inicialmente, a proposta estabelece duas facções como terroristas, mas também estabelece que outras podem ser incluídas no contexto.

O documento reconhece que a atuação das facções não se limita ao território estadual e, por isso, reforça a necessidade de coordenação das forças de segurança em cooperação com agentes nacionais, internacionais e de outros Estados.

O projeto de lei passará por votação pelos deputados estaduais.

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