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Turismo de MT ganha reforço com cinco novas estruturas entregues em 2025 e obras em ritmo avançado

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Mato Grosso registra avanços na infraestrutura turística em 2025, com a entrega obras estratégicas em diferentes regiões do Estado e a continuidade de projetos voltados a fortalecer o setor e ampliar a oferta de atrativos aos visitantes. As obras são realizadas pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec), por meio da Adjunta de Turismo.

Ao longo do ano, cinco importantes entregas foram finalizadas. A Orla de Santo Antônio de Leverger foi a mais recente, sendo inaugurada no dia 12 de dezembro e recebeu R$ 13,4 milhões em recursos do Estado. Em Tangará da Serra, o Centro de Eventos foi concluído com investimento de R$ 6,3 milhões. Em Barra do Garças, outro Centro de Eventos foi entregue, somando R$ 5,4 milhões. Em Jaciara, as Praças 2 e 3 passaram por revitalização ao custo de R$ 5 milhões, enquanto a Avenida Tupiniquins recebeu melhorias que totalizam R$ 8,7 milhões.

Entre os projetos em execução, a Orla de São Félix do Araguaia atingiu 76% de avanço. Em Luciara, a execução está em 66%, enquanto em Cáceres chegou a 43% e em Barão de Melgaço a 53%. O Congódromo de Vila Bela da Santíssima Trindade registra 38% de progresso e o Memorial Rondon chega a 70%.

Obras finalizadas em 2023 também seguem contribuindo para o desenvolvimento do turismo regional. Entre elas, a revitalização da Praça Dom Wunibaldo e da rua coberta de Chapada dos Guimarães, entregues em dezembro de 2023, com investimento de R$ 14,5 milhões. No mesmo período, o Mirante de Jaciara foi finalizado, ao custo de R$ 3,6 milhões, e a Estrada Parque Cachoeira da Fumaça recebeu aporte de R$ 9,3 milhões. Já a passarela flutuante de Paranaíta contou com investimento de R$ 2,26 milhões.

A secretária adjunta de Turismo da Sedec, Maria Letícia Arruda, ressalta que as entregas e projetos em execução têm impacto direto na economia local, na circulação de visitantes e na qualificação dos espaços públicos destinados ao lazer e ao turismo.

“Essas entregas vão além da parte física. Elas ajudam a construir a estrutura que o turismo de Mato Grosso precisa para crescer de forma contínua. O setor não depende só de um atrativo ou de um serviço isolado; ele funciona quando segurança, saneamento, mobilidade e qualificação caminham juntos. Quando olhamos o turismo de forma integrada, conseguimos criar espaços mais completos, preparados para receber visitantes e impulsionar o desenvolvimento das regiões”.

Fonte: Governo MT – MT

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Bancada de MT no Senado é unânime pelo fim da Escala 6×1

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Os três senadores de Mato Grosso, Carlos Fávaro (PSD), Jayme Campos (União) e Wellington Fagundes (PL), votaram favoráveis à PEC que coloca fim à Escala 6 x 1 de trabalho. A proposta foi aprovada por 75 votos a 1 na noite desta quarta-feira (14) no Senado.

Sem conquistar a reeleição ao Senado no pleito deste ano, Carlos Fávaro declarou que só por votar essa proposta valeu a pena ter sido senador. “É mais dignidade para todos os trabalhadores e trabalhadoras do nosso Brasil”, afirmou nas redes sociais.

Jayme Campos, que não disputou nenhum cargo e encerra o mandato no fim de janeiro, afirmou que a aprovação da PEC garante “dignidade, qualidade de vida e descanso” aos trabalhadores brasileiros. “Como senador de Mato Grosso, fiz questão de estar ao lado dos trabalhadores nessa decisão. Seguimos avançando para transformar essa conquista em realidade”, assinalou.

Líder do bloco Moderador no Senado, o senador Wellington Fagundes havia defendido a liberação da bancada a se posicionar sobre aa proposta. A matéria era considerada polêmica por ser votada às vésperas do 2º turno e colocava em xeque senadores aliados de Flávio Bolsonaro (PL).

“O posicionamento de Rogério Marinho [coordenador da campanha de Flávio] é pela abstenção, mas a maioria da bancada avalia que os senadores devem se posicionar”, declarou Fagundes, antes da votação, ao Jornal O Globo.

A PEC

A PEC do fim da jornada 6×1 altera a Constituição para diminuir as horas de trabalho semanais de 44 para 40 horas. Também estabelece que é necessário garantir dois dias de folga remunerada, um deles preferencialmente aos domingos.

A grande mudança é garantir que os trabalhadores tenham dois dias de descanso semanal sem a possibilidade de redução salarial. Um desses dias deve ser preferencialmente o domingo.

A oposição ao governo Lula tentou alterar a PEC do fim da 6×1 para retirar redução de jornada proporcional para trabalhadores que hoje já trabalham menos de 40 horas por leis específicas. A emenda, no entanto, foi retirada após acordo.

Período de transição

Para que os trabalhadores brasileiros cheguem às 40 horas semanais com dois dias livres, haverá um período de transição.

Se aprovada em segundo turno, a PEC ainda precisa ser promulgada para entrar em vigor. Depois disso, segue o seguinte calendário:

– em dois meses, redução da jornada semanal para 42 horas, com dois dias de repouso semanal remunerado;

– em um ano após esses dois meses, redução da jornada semanal para 40 horas.

A mudança não será aplicada para trabalhadores com ensino superior que ganhem por mês mais de 2,5 vezes o teto do INSS, ou seja, quem ganhe mais de R$ 21.188 por mês.

 

 

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