Mato Grosso

Wellington amplia liderança ao Governo de MT; Jayme cresce e Pivetta recua

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Levantamento da Percent Brasil divulgado nesta quinta-feira (7) mostra o senador Wellington Fagundes na liderança da disputa pelo Governo de Mato Grosso.

No cenário estimulado, Wellington aparece com 29,0% das intenções de voto, crescimento de quatro pontos percentuais em relação à pesquisa de fevereiro, quando tinha 25,0%.

Na segunda colocação está o senador Jayme Campos, com 20,7%. Em fevereiro, ele registrava 15,0%, avançando 5,7 pontos percentuais.

Já o governador Otaviano Pivetta aparece com 13,2%, oscilando negativamente em relação ao levantamento anterior, quando tinha 14,0%.

A médica Natasha Slhessarenko manteve os mesmos 7,0% da pesquisa anterior. O Sargento Laudicério caiu de 6,5% para 3,8%.

Recém-incluído no levantamento, o empresário Marcelo Maluf aparece com 4,0%. Alex Pucinelli soma 2,0% e Rafael Millas registra 1,3%.

Brancos e nulos representam 4,0% dos entrevistados. Já os indecisos, que não souberam ou não responderam, somam 15,0%.

A pesquisa ouviu presencialmente 1.200 pessoas entre os dias 30 de abril e 3 de maio. A margem de erro é de 2,83 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%

O levantamento está registrado na Justiça Eleitoral sob os números BR-00726/2026 e MT-06232/2026

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Governador declara facções criminosas como organizações terroristas

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O governador Otaviano Pivetta enviou, nesta quinta-feira (22.10), projeto de lei à Assembleia Legislativa para declarar facções criminosas, que atuam em Mato Grosso, como organizações terroristas.

Conforme a proposta, as forças de segurança de Mato Grosso poderão estabelecer protocolos específicos para o combate às facções que atuam no Estado.

“Queremos que nossas forças de segurança tenham todos os mecanismos necessários para combater esses criminosos, que na verdade são terroristas. Em Mato Grosso, vamos combater duramente os crimes, com tolerância zero, e não vamos descansar enquanto nossos cidadãos de bem não estiverem seguros, porque nosso trabalho é para dar segurança à nossa população”, afirmou Pivetta.

Inicialmente, a proposta estabelece duas facções como terroristas, mas também estabelece que outras podem ser incluídas no contexto.

O documento reconhece que a atuação das facções não se limita ao território estadual e, por isso, reforça a necessidade de coordenação das forças de segurança em cooperação com agentes nacionais, internacionais e de outros Estados.

O projeto de lei passará por votação pelos deputados estaduais.

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